PSD, de Kassab, já não fecha com Meirelles

Se depender do ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassad, o PSD não apoiará o ministro da Fazenda, Gilberto Kassab, na eleição presidencial deste ano; a sigla fechou com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB); seja como for, ambos os partidos fazem parte de um governo rejeitado por mais de 90% dos brasileiros; Alckmin ou Meirelles terá a difícil missão de defender o "legado" do golpe, com piora da taxa de desemprego, duas notas de crédito rebaixadas e duros retrocessos sociais

Se depender do ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassad, o PSD não apoiará o ministro da Fazenda, Gilberto Kassab, na eleição presidencial deste ano; a sigla fechou com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB); seja como for, ambos os partidos fazem parte de um governo rejeitado por mais de 90% dos brasileiros; Alckmin ou Meirelles terá a difícil missão de defender o "legado" do golpe, com piora da taxa de desemprego, duas notas de crédito rebaixadas e duros retrocessos sociais
Se depender do ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassad, o PSD não apoiará o ministro da Fazenda, Gilberto Kassab, na eleição presidencial deste ano; a sigla fechou com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB); seja como for, ambos os partidos fazem parte de um governo rejeitado por mais de 90% dos brasileiros; Alckmin ou Meirelles terá a difícil missão de defender o "legado" do golpe, com piora da taxa de desemprego, duas notas de crédito rebaixadas e duros retrocessos sociais (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Se depender do ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassad, o PSD não apoiará o ministro da Fazenda, Gilberto Kassab, na eleição presidencial deste ano. A informação foi publicada nesta quarta-feira (7) pela coluna Radar.

A sigla fechou com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), na eleição presidencial deste ano.

Para Kassab, Meirelles não chegará a um patamar de intenções de votos que o torne competitivo, coisa de 10%, por exemplo – e já disse isso ao correligionário.

Meirelles como o “plano A” do partido por Kassab em entrevista à “Folha de S.Paulo”, mas por pura amizade. Ainda segundo a coluna, antes de conceder a entrevista, ele ligou para o titulara da Fazenda e adiantou exatamente o que diria ao jornal. 

Seja como for, ambos os partidos, PSD e PSDB, fazem parte de um governo rejeitado por mais de 90% dos brasileiros. Alckmin ou Meirelles terá a difícil missão de defender o "legado" do golpe - País fechou 2017 com mais cortes do que demissões, tem quase 13 milhões de desempregados, teve duas notas de rebaixamento de crédito e fere duramente os direitos dos trabalhadores, além de ter o primeiro ocupante de uma presidência denunciado por corrupção.

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