PSDB já pula fora do barco de Temer

Após se reunir nesta quarta-feira 27 com o vice-presidente Michel Temer, o senador Aécio Neves, presidente do PSDB, disse que o partido não fará indicações de cargos, mas apresentará na próxima semana medidas que considera "essenciais para o país", caso o Senado aprove o afastamento da presidente Dilma Rousseff e Temer assuma o governo; Aécio reuniu-se com Temer e com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB); recusa do PSDB em aceitar cargos se deve à disputa interna do partido em relação a 2018; Aécio teme que um de seus rivais, o senador José Serra (PSDB-SP) se fortaleça na corrida, caso se concretize sua indicação para o Ministério da Educação, já que a Fazenda, pretensão de Serra, foi destinada ao ex-presidente do BC Henrique Meirelles

Após se reunir nesta quarta-feira 27 com o vice-presidente Michel Temer, o senador Aécio Neves, presidente do PSDB, disse que o partido não fará indicações de cargos, mas apresentará na próxima semana medidas que considera "essenciais para o país", caso o Senado aprove o afastamento da presidente Dilma Rousseff e Temer assuma o governo; Aécio reuniu-se com Temer e com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB); recusa do PSDB em aceitar cargos se deve à disputa interna do partido em relação a 2018; Aécio teme que um de seus rivais, o senador José Serra (PSDB-SP) se fortaleça na corrida, caso se concretize sua indicação para o Ministério da Educação, já que a Fazenda, pretensão de Serra, foi destinada ao ex-presidente do BC Henrique Meirelles
Após se reunir nesta quarta-feira 27 com o vice-presidente Michel Temer, o senador Aécio Neves, presidente do PSDB, disse que o partido não fará indicações de cargos, mas apresentará na próxima semana medidas que considera "essenciais para o país", caso o Senado aprove o afastamento da presidente Dilma Rousseff e Temer assuma o governo; Aécio reuniu-se com Temer e com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB); recusa do PSDB em aceitar cargos se deve à disputa interna do partido em relação a 2018; Aécio teme que um de seus rivais, o senador José Serra (PSDB-SP) se fortaleça na corrida, caso se concretize sua indicação para o Ministério da Educação, já que a Fazenda, pretensão de Serra, foi destinada ao ex-presidente do BC Henrique Meirelles (Foto: Aquiles Lins)
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BRASÍLIA (Reuters) - O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse nesta quarta-feira, 27, que prefere, pessoalmente, que o apoio de seu partido a um governo comandado pelo vice-presidente Michel Temer seja "congressual".

Falando a jornalistas após se reunir com Temer e com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), Aécio disse que o PSDB não fará indicações de cargos, mas apresentará na próxima semana medidas que considera essenciais para o país. Temer assumirá a Presidência da República se o Senado confirmar a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

Leia reportagem da Agência Brasil sobre o assunto:

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), recebeu hoje (27) o vice-presidente Michel Temer, seu correligionário, e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) na residência oficial do presidente do Senado.

O vice-presidente deixou a reunião sem falar com a imprensa, pouco após tirar fotos junto com Renan e com o senador tucano, presidente nacional do PSDB. O principal partido de oposição ainda não definiu se deve ter participação direta em um eventual governo Temer, caso seja aprovado o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, em análise no Senado.

Lideranças tucanas, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o senador José Serra (SP) já deram declarações públicas em que não descartam que PSDB ocupe cargos num eventual governo do PMDB. A decisão será tomada pela direção nacional, segundo Aécio.

O presidente do Senado tem realizado uma série de reuniões desde ontem (26), quando a Casa elegeu o presidente – Raimundo Lira (PMDB-RJ) – e o relator – Antonio Anastasia (PSDB-MG) – da comissão que vai analisar se aceita o processo de afastamento de Dilma, cuja admissibilidade foi aprovada na Câmara. Ontem (27), Renan se reuniu com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na residência oficial.

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