PSDB tenta unidade para viabilizar impeachment

Divididos em projetos eleitorais distintos, os tucanos emplumados Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra tentariam chegar a um acordo para que o PSDB auxilie na deposição da presidente Dilma e impeça o avanço do PMDB do vice Michel Temer; segundo o Painel da Folha, FHC, que até então tinha uma posição moderada sobre o impeachment, tem dito que o governo federal acabou; já o Planalto faz piada com a desunião tucana; “Nem Dilma é capaz de mudar isso”, teria dito um ministro

Divididos em projetos eleitorais distintos, os tucanos emplumados Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra tentariam chegar a um acordo para que o PSDB auxilie na deposição da presidente Dilma e impeça o avanço do PMDB do vice Michel Temer; segundo o Painel da Folha, FHC, que até então tinha uma posição moderada sobre o impeachment, tem dito que o governo federal acabou; já o Planalto faz piada com a desunião tucana; “Nem Dilma é capaz de mudar isso”, teria dito um ministro
Divididos em projetos eleitorais distintos, os tucanos emplumados Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra tentariam chegar a um acordo para que o PSDB auxilie na deposição da presidente Dilma e impeça o avanço do PMDB do vice Michel Temer; segundo o Painel da Folha, FHC, que até então tinha uma posição moderada sobre o impeachment, tem dito que o governo federal acabou; já o Planalto faz piada com a desunião tucana; “Nem Dilma é capaz de mudar isso”, teria dito um ministro (Foto: Realle Palazzo-Martini)

247 - Com avaliações de que o governo federal acabou, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso soma-se ao coro dos que querem o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), segundo informa o Painel da Folha. A tática seria unir os tucanos, que até aqui não se entendem sobre o tema, cada qual com um projeto eleitoral distinto. A tentativa de aliança entre FHC, Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin teria por objetivo, além de depor a petista, evitar o avanço do PMDB do vice-presidente Michel Temer. O Painel relata que o Planalto faz troça com a tentativa de unidade tucana.

Leia as notas:

Ver para crer

Mesmo as vozes mais moderadas do PSDB passaram a embarcar na tese do impeachment de Dilma Rousseff. Em conversas recentes, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fez avaliações de que o governo federal “acabou”. Tucanos de diferentes plumagens, até aqui desunidos por ambições eleitorais distintas, agora se comprometem a construir consenso para viabilizar a troca de guarda no Palácio do Planalto e, por tabela, evitar o avanço do PMDB como alternativa de poder.

Bicudos

O governo Dilma faz troça com o projeto tucano de unificação. “Aécio [Neves], [José] Serra e [Geraldo] Alckmin nunca se entenderão. Nem Dilma é capaz de mudar isso”, ironiza um ministro.

Estratégia

O PMDB pressionará o presidente Renan Calheiros a convocar o Congresso durante o recesso parlamentar caso o pedido de impeachment seja aceito. O objetivo é contar prazo para acelerar o calendário de um eventual julgamento.

Voto certo

Dirigentes do PT faziam os cálculos na sexta-feira e constatavam que os três correligionários do Conselho de Ética votarão a favor da abertura do processo de cassação do mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na próxima terça-feira.

Holofotes

O próprio governo avaliava ser muito difícil influenciar os deputados do partido, que teriam de assumir o desgaste de apoiar o presidente da Câmara em uma votação aberta e transmitida ao vivo pelas emissoras de TV.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247