PT pede para PGR investigar família de ex-assessor de Flávio Bolsonaro

Líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (RS), e o deputado Henrique Fontana (PT-RS) apontam para a Procuradoria Geral da República, em um novo documento, que há uma segunda filha de Fabricio Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, e sua esposa para também serem investigadas; os deputados pedem, portanto, um aditamento da representação apresentada ao órgão nesta quinta; "É muita sujeira, muita coisa sem explicação. E aí, Sergio Moro, vai investigar?", questiona Pimenta; leia o documento

PT pede para PGR investigar família de ex-assessor de Flávio Bolsonaro
PT pede para PGR investigar família de ex-assessor de Flávio Bolsonaro

247 - O líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (RS), e o deputado Henrique Fontana (PT-RS) protocolaram na Procuradoria-Geral da República nesta sexta-feira 7 um aditamento à representação criminal protocolada na quinta 6 pedindo a abertura de procedimento de investigação para apurar possíveis ilícitos criminais e administrativos envolvendo o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ e a futura primeira-dama da República, Michelle Bolsonaro.

No aditamento, eles pedem ampliação das investigações sobre novos nomes que surgiram no escândalo e solicitam a quebra do sigilo fiscal, telefônico e bancário de todos os envolvidos. "É muita sujeira, muita coisa sem explicação. E aí, Sergio Moro, vai investigar?", questiona Pimenta, em vídeo.

O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (RS), aponta para a Procuradoria Geral da República (PGR), em um novo documento, que há uma segunda filha de Fabricio Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, e sua esposa para também serem investigadas. Leia aqui a íntegra da representação.

Pimenta pede que Raquel Dodge aprofunde investigações 'acerca da origem e destinação' de R$ 1,2 milhão que foram movimentados pelo ex-assessor e motorista e também que a PGR investigue junto à Receita Federal se Michelle Bolsonaro, destinatária de um cheque de R$ 24 mil da parte de Fabricio Queiroz, declarou a quantia ao fisco. A transação foi identificada em um relatório realizado pelo Coaf.

Diz o novo documento apresentado pelo deputado:

Face ao exposto requer-se que:

a) Na abertura de procedimento de investigação, com vistas a apurar a participação dos primeiros representados em possíveis ilícitos criminais e administrativos, sejam incluídas as pessoas de MÁRCIA AGUIAR, NATHÁLIA AGUIAR E EVELYN AGUIAR.

b) Na instauração de procedimentos civis e administrativos, com vistas a analisar possível prática de Improbidade Administrativa dos primeiros representados, sejam incluídas as pessoas de MÁRCIA AGUIAR, NATHÁLIA AGUIAR E EVELYN AGUIAR;

c) Na solicitação de acionamento da Secretaria da Receita Federal do Brasil, com o objetivo de verificar se a segunda representada declarou ao fisco o recebimento dos valores indicados nas denúncias (R$ 24.000,00), sejam incluídas, tendo em vista os valores que movimentaram, as pessoas de MÁRCIA AGUIAR, NATHÁLIA AGUIAR E EVELYN AGUIAR.

d) Seja determinada a quebra do sigilo bancário, fiscal e telefônico de todos os representados, inclusive aquelas indicadas no presente aditamento.

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