PT quer voltar às origens nas eleições deste ano

Partido retoma a estratégia de alianças prioritárias com a esquerda nos grandes municípios e o lançamento do maior número possível de candidaturas próprias; nas capitais, a sigla vai encabeçar a chapa em 20 cidades, o maior número desde 2004, quando teve 23 candidatos; "O PT precisa aproveitar o momento para fazer uma renovação dos quadros e reencontrar-se com suas teses", diz o deputado estadual Tadeu Veneri, pré-candidato em Curitiba (PR)

Partido retoma a estratégia de alianças prioritárias com a esquerda nos grandes municípios e o lançamento do maior número possível de candidaturas próprias; nas capitais, a sigla vai encabeçar a chapa em 20 cidades, o maior número desde 2004, quando teve 23 candidatos; "O PT precisa aproveitar o momento para fazer uma renovação dos quadros e reencontrar-se com suas teses", diz o deputado estadual Tadeu Veneri, pré-candidato em Curitiba (PR)
Partido retoma a estratégia de alianças prioritárias com a esquerda nos grandes municípios e o lançamento do maior número possível de candidaturas próprias; nas capitais, a sigla vai encabeçar a chapa em 20 cidades, o maior número desde 2004, quando teve 23 candidatos; "O PT precisa aproveitar o momento para fazer uma renovação dos quadros e reencontrar-se com suas teses", diz o deputado estadual Tadeu Veneri, pré-candidato em Curitiba (PR) (Foto: Roberta Namour)

247 - O PT tenta aproveitar as eleições deste ano para preparar uma volta às origens. O partido retoma a estratégia de alianças prioritárias com a esquerda nos grandes municípios e o lançamento do maior número possível de candidaturas próprias, de acordo com reportagem de Fernando Taquari.

Nas capitais, a sigla vai encabeçar a chapa em 20 cidades. Trata-se do maior número desde 2004, quando os petistas tiveram 23 candidatos.

"O PT precisa aproveitar o momento para fazer uma renovação dos quadros e reencontrar-se com suas teses", diz o deputado estadual Tadeu Veneri, pré-candidato petista em Curitiba (PR). Em seu quarto mandato na Assembleia Legislativa, o parlamentar estreia em uma eleição majoritária.

Ele critica a postura dos correligionários no passado de se aliar ao PMDB e outras legendas com pouca identificação com o partido. "Isso é ruim para todos. Não ajuda o eleitor a notar as distinções partidárias", acrescenta (leia aqui).

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