PT tenta anular pedido de Gilmar para investigar campanha de Dilma

Em mandado de segurança junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o pedido do ministro do TSE Gilmar Mendes para que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR) investiguem as contas da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff, partido presidido por Rui Falcão, diz que reabertura do caso põe em risco a segurança jurídica; afirma ainda que a suspeita levantada pelo ministro, de que doações oriundas de empresas investigadas pela Operação Lava Jato sejam decorrentes de corrupção, é “frágil”

Em mandado de segurança junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o pedido do ministro do TSE Gilmar Mendes para que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR) investiguem as contas da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff, partido presidido por Rui Falcão, diz que reabertura do caso põe em risco a segurança jurídica; afirma ainda que a suspeita levantada pelo ministro, de que doações oriundas de empresas investigadas pela Operação Lava Jato sejam decorrentes de corrupção, é “frágil”
Em mandado de segurança junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o pedido do ministro do TSE Gilmar Mendes para que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR) investiguem as contas da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff, partido presidido por Rui Falcão, diz que reabertura do caso põe em risco a segurança jurídica; afirma ainda que a suspeita levantada pelo ministro, de que doações oriundas de empresas investigadas pela Operação Lava Jato sejam decorrentes de corrupção, é “frágil” (Foto: Roberta Namour)
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247 - O PT informou entrou nesta terça-feira (29) com mandado de segurança junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar anular o pedido do ministro do TSE Gilmar Mendes para que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR) investiguem as contas da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Para o partido presidido por Rui Falcão, não há justificativa para a investigação, já que as contas da campanha foram aprovadas com ressalvas pelo TSE.

Por meio da ação, o partido argumenta também que a reabertura da análise das contas “viola o princípio da coisa julgada”, artigo 5º da Constituição Federal, põe em risco a segurança jurídica e atinge o princípio republicano.

Sigla diz que as contas aprovadas por unanimidade pelo TSE estão dentro da legalidade e a suspeita levantada pelo ministro, de que doações oriundas de empresas investigadas pela Operação Lava Jato sejam decorrentes de corrupção, é “frágil”.

“Constata-se que as mesmas empresas que estão sob investigação policial são doadoras de grandes somas para o PSDB e para o candidato derrotado Aécio Neves (…). Se as doações ocorridas ao Partido dos Trabalhadores por estas empresas são consideradas como de corrupção, logicamente que as doações ocorridas ao partido PSDB também o são”, diz o documento entregue ao TSE.

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