Rachado, PSB quer adiar posição sobre governo Temer

Presidente do PSB, Carlos Siqueira, planeja adiar a reunião da Executiva, marcada para esta quinta-feira, 27, que deverá discutir se o partido irá embarcar no governo de Michel Temer, com indicação de cargos, ou se apenas com apoio no Congresso; parte das bancadas da Câmara e do Senado defendem indicações; entre os contrários estão o senador João Capiberibe (AP), dirigentes da sigla e governadores; outro assunto que preocupa os dirigentes do partido são as medidas impopulares que Temer deverá tomar para recuperar o caixa do País

Presidente do PSB, Carlos Siqueira, planeja adiar a reunião da Executiva, marcada para esta quinta-feira, 27, que deverá discutir se o partido irá embarcar no governo de Michel Temer, com indicação de cargos, ou se apenas com apoio no Congresso; parte das bancadas da Câmara e do Senado defendem indicações; entre os contrários estão o senador João Capiberibe (AP), dirigentes da sigla e governadores; outro assunto que preocupa os dirigentes do partido são as medidas impopulares que Temer deverá tomar para recuperar o caixa do País
Presidente do PSB, Carlos Siqueira, planeja adiar a reunião da Executiva, marcada para esta quinta-feira, 27, que deverá discutir se o partido irá embarcar no governo de Michel Temer, com indicação de cargos, ou se apenas com apoio no Congresso; parte das bancadas da Câmara e do Senado defendem indicações; entre os contrários estão o senador João Capiberibe (AP), dirigentes da sigla e governadores; outro assunto que preocupa os dirigentes do partido são as medidas impopulares que Temer deverá tomar para recuperar o caixa do País (Foto: Aquiles Lins)
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247 - A cúpula do PSB planeja adiar a reunião da Executiva, marcada para esta quinta-feira, 27, que deveria discutir o tema se o partido irá integrar o eventual governo do vice Michel Temer, caso a presidente Dilma Rousseff seja afastada.

As bancadas da Câmara e do Senado acreditam que o partido deve apoiar Temer e indicar nomes para o ministério do peemedebista. Entre as exceções está o senador João Capiberibe (AP), que já declarou que votará contra o processo de impeachment (leia mais). Já a direção da legenda e governadores querem um apoio em torno de projetos no Congresso, sem participação no governo.

Outro assunto que preocupa os dirigentes do partido são as medidas impopulares que Temer deverá tomar para recuperar o caixa do País. Se estiver em um ministério, o PSB fatalmente terá que defender essas propostas - ainda não detalhadas - no Legislativo.

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