Rejeição de contas não tem relação com impeachment, diz relator

O relator das contas do governo de 2014 no Senado, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), afirmou nesta quinta-feira, 22, que a rejeição das contas pelo Tribunal de Contas da União não pode ser ligada ao impeachment de presidente Dilma Rousseff; "Não tem nenhuma relação a reprovação das contas da presidente com a questão do impeachment. São coisas totalmente separadas, que não se cruzam em momento algum", afirmou

O relator das contas do governo de 2014 no Senado, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), afirmou nesta quinta-feira, 22, que a rejeição das contas pelo Tribunal de Contas da União não pode ser ligada ao impeachment de presidente Dilma Rousseff; "Não tem nenhuma relação a reprovação das contas da presidente com a questão do impeachment. São coisas totalmente separadas, que não se cruzam em momento algum", afirmou
O relator das contas do governo de 2014 no Senado, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), afirmou nesta quinta-feira, 22, que a rejeição das contas pelo Tribunal de Contas da União não pode ser ligada ao impeachment de presidente Dilma Rousseff; "Não tem nenhuma relação a reprovação das contas da presidente com a questão do impeachment. São coisas totalmente separadas, que não se cruzam em momento algum", afirmou (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Relator das contas do governo federal de 2014 no Senado, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO), afirmou nesta quinta-feira, 22, que a rejeição das contas pelo Tribunal de Contas da União não pode ser ligada ao impeachment de presidente Dilma Rousseff.

"Não tem nenhuma relação a reprovação das contas da presidente com a questão do impeachment. São coisas totalmente separadas, que não se cruzam em momento algum", afirmou. Segundo Gurgacz, a rejeição das contas tornaria a presidente inelegível, mas não acarretaria em afastamento do cargo.

O relator disse que ainda não tem opinião sobre o parecer. "Acho que é o projeto mais importante que já passou pela minha mão aqui nesses anos todos no Senado. Vou trabalhar com muita dedicação e toda a imparcialidade", afirmou.

Gurgacz foi anunciado como relator pela presidente da Comissão Mista de Orçamento, Rose de Freitas (PMDB-ES), logo após o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), conceder prazo de até 45 dias para o governo se defender em relação ao parecer do TCU. 

 

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