Renan critica ‘excessos’ e defende fim do ‘exibicionismo’ da Lava Jato

Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que episódios como da apresentação da denúncia contra o ex-presidente Lula pela força-tarefa da Lava Jato retiram "prestígio" do Ministério Público; ele defendeu que não se pode fazer denúncias por "mobilização política"

Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que episódios como da apresentação da denúncia contra o ex-presidente Lula pela força-tarefa da Lava Jato retiram "prestígio" do Ministério Público; ele defendeu que não se pode fazer denúncias por "mobilização política"
Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que episódios como da apresentação da denúncia contra o ex-presidente Lula pela força-tarefa da Lava Jato retiram "prestígio" do Ministério Público; ele defendeu que não se pode fazer denúncias por "mobilização política" (Foto: Gisele Federicce)

247 – O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou nesta terça-feira 20 que a Lava Jato precisa "acabar com o exibicionismo" e separar o "joio do trigo". Renan é um dos investigados da operação que apura o esquema de corrupção na Petrobras.

Segundo o senador, episódios como a da apresentação da denúncia contra o ex-presidente Lula pela força-tarefa, na semana passada, retiram "prestígio" do Ministério Público. Ele defendeu que não se pode fazer denúncias por "mobilização política".

"Eu acho que a Lava Jato é um avanço civilizatório, mas a Lava Jato tem a responsabilidade de separar o joio do trigo, acabar com esse exibicionismo, fazer denúncias que sejam consistentes. Acabar com o exibicionismo que nós vimos agora no episódio do ex-presidente Lula e vimos em outros episódios porque isso, ao invés de dar prestígio ao Ministério Público, isso retira prestígio do Ministério Público", disse.

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