Renan diz à PF que Cunha quis incriminá-lo

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) acusou o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de manipular informações para que suspeitas de corrupção fossem atribuídas a ele; segundo Renan, desde o tempo em que presidia a Câmara, Cunha usou para isso “falsas notícias à imprensa, a condução de CPIs instauradas na Câmara, a contratação da empresa Kroll e a tentativa de direcionamento de colaborações premiadas que estavam sendo negociadas com o Ministério Público Federal”; “Tudo com a intenção de afastar de si o foco das investigações”, afirmou Renan

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) acusou o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de manipular informações para que suspeitas de corrupção fossem atribuídas a ele; segundo Renan, desde o tempo em que presidia a Câmara, Cunha usou para isso “falsas notícias à imprensa, a condução de CPIs instauradas na Câmara, a contratação da empresa Kroll e a tentativa de direcionamento de colaborações premiadas que estavam sendo negociadas com o Ministério Público Federal”; “Tudo com a intenção de afastar de si o foco das investigações”, afirmou Renan
O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) acusou o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de manipular informações para que suspeitas de corrupção fossem atribuídas a ele; segundo Renan, desde o tempo em que presidia a Câmara, Cunha usou para isso “falsas notícias à imprensa, a condução de CPIs instauradas na Câmara, a contratação da empresa Kroll e a tentativa de direcionamento de colaborações premiadas que estavam sendo negociadas com o Ministério Público Federal”; “Tudo com a intenção de afastar de si o foco das investigações”, afirmou Renan (Foto: Giuliana Miranda)

247 - Em depoimento à Polícia Federal, na quarta-feira, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) acusou Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de manipular informações para que suspeitas de corrupção fossem atribuídas a ele. Segundo Renan, desde o tempo em que presidia a Câmara, Cunha usou para isso “falsas notícias à imprensa, a condução de CPIs instauradas na Câmara, a contratação da empresa Kroll e a tentativa de direcionamento de colaborações premiadas que estavam sendo negociadas com o Ministério Público Federal”. “Tudo com a intenção de afastar de si o foco das investigações”, afirmou Renan.

No depoimento, Renan procurou mostrar que tem sofrido acusações baseadas em informações inconsistentes. Como a prestada por Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobrás, afirmando que Renan teria participado de um suposto jantar na casa do então presidente da Transpetro Sergio Machado, em Brasília. Renan negou sua presença e lembrou que Machado não tinha casa na capital no período em que comandou a empresa.

Renan prestou depoimento sobre dois inquéritos e queria falar sobre um terceiro. Não pôde fazer isso porque o delegado dos dois primeiros não era responsável pelo outro inquérito.

As informações são da Coluna do Estadão.

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