Renan recebe manifestos pela democracia e contra o golpe

No dia da instalação da comissão do impeachment, líderes das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo se reuniram com o presidente do SEnado e exigiram que a democracia prevaleça com acesso a Casa por parte dos movimentos, que foi vedado na Câmara; Renan afirmou que não se pode "partidarizar" o debate sobre o impeachment de Dilma e destacou que em um eventual governo de Michel Temer, não permitirá retrocessos; "Nós não podemos atropelar conquistas do governo nos últimos anos", defendeu

No dia da instalação da comissão do impeachment, líderes das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo se reuniram com o presidente do SEnado e exigiram que a democracia prevaleça com acesso a Casa por parte dos movimentos, que foi vedado na Câmara; Renan afirmou que não se pode "partidarizar" o debate sobre o impeachment de Dilma e destacou que em um eventual governo de Michel Temer, não permitirá retrocessos; "Nós não podemos atropelar conquistas do governo nos últimos anos", defendeu
No dia da instalação da comissão do impeachment, líderes das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo se reuniram com o presidente do SEnado e exigiram que a democracia prevaleça com acesso a Casa por parte dos movimentos, que foi vedado na Câmara; Renan afirmou que não se pode "partidarizar" o debate sobre o impeachment de Dilma e destacou que em um eventual governo de Michel Temer, não permitirá retrocessos; "Nós não podemos atropelar conquistas do governo nos últimos anos", defendeu (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), recebeu nesta terça-feira, 26, representantes das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

No dia da instalação da comissão do impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, os líderes das duas frentes entregaram a Renan centenas de manifestos pela democracia e contra o golpe, e exigiram que a democracia prevaleça com acesso a Casa por parte dos movimentos, que foi vedado na Câmara por Eduardo Cunha. Participaram do encontro os líderes do MST, João Pedro Stedile, e do MTST, Guilherme Boulos, além de senadores do PT e do Rede Sustentabilidade.

Renan disse que se empenhará para permitir a presença dos movimentos sociais nas votações que ocorrem no Senado - o que não ocorreu na Câmara. Ele afirmou também que não se pode "partidarizar" o debate sobre o impeachment de Dilma e destacou que teve com a presidente, nos últimos anos, uma relação de colaboração. Disse tê-la alertado quando considerou necessário e chegou a apresentar uma agenda anticrise. Mas sinalizou que, em um eventual governo de Michel Temer, não permitirá retrocessos.

"Nós não podemos atropelar conquistas do governo nos últimos anos", defendeu, ao sugerir a necessidade de se discutir mudanças na regulamentação dos trabalhos dos terceirizados. "Se for o caso de nós termos um governo temporário, eu terei com o governo temporário a mesma relação que tive com a presidente Dilma, de independência, mas de colaboração com aquilo que significar o interesse nacional", destacou.

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