Roberto Amaral diz ter pena do PSB

Um os principais fundadores do partido, Roberto Amara diz que o PSB é uma barata-voa: ‘O PSB era um partido com tradição de centro-esquerda. Hoje, não vejo futuro. Dificilmente voltará a ter seu papel histórico. Tenho muita pena. Renegaram tudo quando se associaram a Aécio Agora o partido vai de um lado para outro. Um rio só tem duas margens. Ou se está em uma ou se está em outra. O PSB está ora a favor do impeachment de Dilma ora contra’

Um os principais fundadores do partido, Roberto Amara diz que o PSB é uma barata-voa: ‘O PSB era um partido com tradição de centro-esquerda. Hoje, não vejo futuro. Dificilmente voltará a ter seu papel histórico. Tenho muita pena. Renegaram tudo quando se associaram a Aécio Agora o partido vai de um lado para outro. Um rio só tem duas margens. Ou se está em uma ou se está em outra. O PSB está ora a favor do impeachment de Dilma ora contra’
Um os principais fundadores do partido, Roberto Amara diz que o PSB é uma barata-voa: ‘O PSB era um partido com tradição de centro-esquerda. Hoje, não vejo futuro. Dificilmente voltará a ter seu papel histórico. Tenho muita pena. Renegaram tudo quando se associaram a Aécio Agora o partido vai de um lado para outro. Um rio só tem duas margens. Ou se está em uma ou se está em outra. O PSB está ora a favor do impeachment de Dilma ora contra’ (Foto: Roberta Namour)
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247 – Para Roberto Amaral, um dos principais fundadores do PSB, o partido está perdido, como uma barata-voa:

“O PSB era um partido com tradição de centro-esquerda. Hoje, não vejo futuro. Dificilmente voltará a ter seu papel histórico. Tenho muita pena. As pessoas de hoje do PSB são pouco letradas. Não têm liderança nem projeto. Renegaram tudo quando se associaram a Aécio [o senador Aécio Neves, do PSDB mineiro, candidato a presidente em 2014, apoiado no segundo turno pelo PSB]. Agora o partido vai de um lado para outro. Um rio só tem duas margens. Ou se está em uma ou se está em outra. O PSB está ora a favor do impeachment de Dilma ora contra. Quer uma coisa, depois quer outra”, disse ele, em entrevista ao Valor. 

Ele alerta ainda que “a crise no sistema de partidos pode levar à falência do sistema representativo”: “A oposição renunciou ao seu papel e está instrumentalizada por um único objetivo, o do impeachment. Buscam-se soluções para a crise por fora da representação popular” (leia mais).

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