Roberto Amaral: Lava Jato blinda PMDB e tenta destruir o PT

Ex-presidente nacional do PSB, Roberto Amaral reagiu à prisão do ex-ministro Paulo Bernardo: “A Lava Jato tem méritos. Ninguém é contra que criminosos de colarinho branco sejam mandados para a cadeia. Mas a Lava Jato está sendo usada como um projeto político eleitoral para destruir Lula e desmantelar o PT”; segundo ele, “há uma evidente blindagem do PMDB e uma clara tentativa de atingir o PT”

Ex-presidente nacional do PSB, Roberto Amaral reagiu à prisão do ex-ministro Paulo Bernardo: “A Lava Jato tem méritos. Ninguém é contra que criminosos de colarinho branco sejam mandados para a cadeia. Mas a Lava Jato está sendo usada como um projeto político eleitoral para destruir Lula e desmantelar o PT”; segundo ele, “há uma evidente blindagem do PMDB e uma clara tentativa de atingir o PT”
Ex-presidente nacional do PSB, Roberto Amaral reagiu à prisão do ex-ministro Paulo Bernardo: “A Lava Jato tem méritos. Ninguém é contra que criminosos de colarinho branco sejam mandados para a cadeia. Mas a Lava Jato está sendo usada como um projeto político eleitoral para destruir Lula e desmantelar o PT”; segundo ele, “há uma evidente blindagem do PMDB e uma clara tentativa de atingir o PT” (Foto: Roberta Namour)
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247 - Ex-presidente nacional do PSB, Roberto Amaral reagiu à prisão do ex-ministro Paulo Bernardo e disse que a Operação Lava Jato está sendo usada politicamente para destruir o PT :

“A Lava Jato tem méritos. Ninguém é contra que criminosos de colarinho branco sejam mandados para a cadeia. Mas a Lava Jato está sendo usada como um projeto político eleitoral para destruir Lula e desmantelar o PT”, disse à revista Brasileiros.

Segundo ele, “há uma evidente blindagem do PMDB e uma clara tentativa de atingir o PT”. “O exemplo mais claro foi a condução coercitiva do ex-presidente Lula. Não tenho notícia de que algo semelhante tenha sido feito com outros presidentes”.

Ele lembra o caso da prisão do então senador Delcídio do Amaral, que na época era líder do governo Dilma Rousseff: “Delcídio foi preso no exercício de seu mandato, e não se tratava de flagrante delito. O tratamento em relação ao Delcídio é bem diferente do que tem sido concedido a Eduardo Cunha. Outro exemplo: o delator Sérgio Machado está em prisão domiciliar em seu palacete em Fortaleza” – leia aqui.

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