Sem apoio, Temer condiciona reforma ministerial à da Previdência

Sem apoio suficiente para garantir a aprovação da reforma da Previdência, Michel Temer decidiu usar novamente a máquina pública em troca de votos; ele condiciou a reforma ministerial, que pode mexer em 17 ministérios, aos votos dos partidos aliados na aprovação, até dezembro, da retirada de direitos dos trabalhadores; por se tratar de uma emenda constitucional, o texto terá de ser aprovado – em duas votações – por, pelo menos, 308 deputados.  

Sem apoio suficiente para garantir a aprovação da reforma da Previdência, Michel Temer decidiu usar novamente a máquina pública em troca de votos; ele condiciou a reforma ministerial, que pode mexer em 17 ministérios, aos votos dos partidos aliados na aprovação, até dezembro, da retirada de direitos dos trabalhadores; por se tratar de uma emenda constitucional, o texto terá de ser aprovado – em duas votações – por, pelo menos, 308 deputados.
 
Sem apoio suficiente para garantir a aprovação da reforma da Previdência, Michel Temer decidiu usar novamente a máquina pública em troca de votos; ele condiciou a reforma ministerial, que pode mexer em 17 ministérios, aos votos dos partidos aliados na aprovação, até dezembro, da retirada de direitos dos trabalhadores; por se tratar de uma emenda constitucional, o texto terá de ser aprovado – em duas votações – por, pelo menos, 308 deputados.   (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Sem apoio suficiente para garantir a aprovação da reforma da Previdência, Michel Temer decidiu usar novamente a máquina pública em troca de votos. Ele condiciou a reforma ministerial, que pode mexer em 17 ministérios, aos votos dos partidos aliados na aprovação, até dezembro, da retirada de direitos dos trabalhadores.

Temer quer deixar as trocas na equipe acertadas, mas só entregar efetivamente cargos para o Centrão ou outras siglas após conferir o painel de votação. A estratégia do "toma lá dá cá" foi definida para evitar surpresas de última hora. O Palácio do Planalto avalia que, se a Câmara não aprovar a reforma da Previdência até dezembro – deixando para o Senado votar em fevereiro –, nada mais passará em 2018, ano eleitoral.

O texto inicial, mais ambicioso, precisou ser desidratado. Atualmente, a negociação se concentra em fixar idade mínima para a aposentadoria e unificar as regras do funcionalismo público com as da iniciativa privada. Por se tratar de uma emenda constitucional, o texto terá de ser aprovado – em duas votações – por, pelo menos, 308 deputados.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou a intenção de Temer, dizendo que pode atrapalhar a recuperação econômica do País e até mesmo o ambiente político. "Olhando de longe, acho que vai parar o governo. Trocar todos os ministros no final do ano, momento em que as ações mais importantes estão em andamento, vai dar um freio na execução de bons projetos", avaliou Maia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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