Sem saúde plena, Temer reduz ritmo por recomendação médica

O quadro de saúde de Michel Temer inspira preocupação entre médicos e aliados políticos; em tratamento após ser diagnosticado com uma infecção urinária no fim de semana, o emedebista deve diminuir nos próximos dias o ritmo de reuniões que vinha mantendo no fim de 2017; medicado com antibiótico contra bactérias consideradas resistentes, ele pode passar por sessões para dilatar a uretra como forma de reduzir o risco de novas complicações

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temer   (Foto: Aquiles Lins)

247 - O quadro de saúde de Michel Temer inspira preocupação entre médicos e aliados políticos. Em tratamento após ser diagnosticado com uma infecção urinária no fim de semana, o emedebista deve diminuir nos próximos dias o ritmo de reuniões que vinha mantendo no fim de 2017.

Temer retirou no fim de semana a sonda urinária que usava desde 13 de dezembro, quando foi submetido a um procedimento de desobstrução da uretra no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O emedebista, que não seguiu à risca a recomendação dos médicos para que permanecesse em repouso, acabou enfrentando desconforto e, com o quadro de infecção urinária, foi medicado com antibiótico contra bactérias consideradas resistentes. Ele pode passar por sessões para dilatar a uretra como forma de reduzir o risco de novas complicações.

Ontem, primeiro dia útil do ano, a previsão era de que Temer realizasse despachos internos no Palácio do Planalto. Mas, pela manhã, ele preferiu trabalhar no Palácio do Jaburu.

Nos últimos dias, a saúde de Temer tem causado preocupação. Ele havia planejado passar a virada do ano em Restinga de Marambaia, no Rio de Janeiro, onde passou o último réveillon. Mas, por recomendação médica, permaneceu em Brasília, onde possui estrutura de atendimento em caso de emergência.

As informações são do jornal Valor Econômico. 

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