Senadores que condenarão Dilma votaram pela ampliação da meta fiscal

Levantamento da Folha aponta que quase metade dos 51 senadores que declaram que a presidente Dilma Rousseff deve ser afastada por crimes contra o orçamento liberou o governo a gastar além do autorizado pelo Congresso; 24 desses senadores votaram em 2014 ou em 2015 a favor da mudança da meta fiscal, entre eles, Romero Jucá (PMDB-RR) e a ex-petista Marta Suplicy

Levantamento da Folha aponta que quase metade dos 51 senadores que declaram que a presidente Dilma Rousseff deve ser afastada por crimes contra o orçamento liberou o governo a gastar além do autorizado pelo Congresso; 24 desses senadores votaram em 2014 ou em 2015 a favor da mudança da meta fiscal, entre eles, Romero Jucá (PMDB-RR) e a ex-petista Marta Suplicy
Levantamento da Folha aponta que quase metade dos 51 senadores que declaram que a presidente Dilma Rousseff deve ser afastada por crimes contra o orçamento liberou o governo a gastar além do autorizado pelo Congresso; 24 desses senadores votaram em 2014 ou em 2015 a favor da mudança da meta fiscal, entre eles, Romero Jucá (PMDB-RR) e a ex-petista Marta Suplicy (Foto: Roberta Namour)
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247 – Um levantamento realizado pela ‘Folha de S. Paulo’ aponta que quase metade dos 51 senadores que declaram que a presidente Dilma Rousseff deve ser afastada por crimes contra o orçamento liberou o governo a gastar além do autorizado pelo Congresso.

A reportagem mostra que 24 desses senadores votaram em 2014 ou em 2015 a favor da mudança da meta fiscal, entre eles, Romero Jucá (PMDB-RR) e a ex-petista Marta Suplicy.

Entre 2014 e 2015, autorizações legislativas liberaram déficits que, somados, chegaram a R$ 137 bilhões.

Marta nega mudança de posição e afirma que as votações "não convalidam os atos da Presidência" e que, se a mudança não fosse feita, "agravaria ainda mais a dívida pública, os resultados seriam desastrosos" – leia aqui.

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