Serra será investigado com base em delação da JBS

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, autorizou abertura de inquérito contra o senador José Serra (PSDB-SP) com base nas delações de executivos da JBS; tucano é suspeito de omitir dados na prestação de contas eleitorais; pena pode chegar a cinco anos de prisão mais multa; pedido foi feito no fim de junho pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot; em sua delação, o empresário Joesley Batista relatou caixa 2 na campanha de Serra à presidência em 2010, quando perdeu para Dilma Rousseff no segundo turno

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, autorizou abertura de inquérito contra o senador José Serra (PSDB-SP) com base nas delações de executivos da JBS; tucano é suspeito de omitir dados na prestação de contas eleitorais; pena pode chegar a cinco anos de prisão mais multa; pedido foi feito no fim de junho pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot; em sua delação, o empresário Joesley Batista relatou caixa 2 na campanha de Serra à presidência em 2010, quando perdeu para Dilma Rousseff no segundo turno
A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, autorizou abertura de inquérito contra o senador José Serra (PSDB-SP) com base nas delações de executivos da JBS; tucano é suspeito de omitir dados na prestação de contas eleitorais; pena pode chegar a cinco anos de prisão mais multa; pedido foi feito no fim de junho pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot; em sua delação, o empresário Joesley Batista relatou caixa 2 na campanha de Serra à presidência em 2010, quando perdeu para Dilma Rousseff no segundo turno (Foto: Gisele Federicce)

247 - O senador José Serra (PSDB-SP) será investigado com base em denúncias feitas pela delação premiada da JBS.

A autorização para a abertura do inquérito veio da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, e foi assinada no último dia 18. O pedido foi feito no fim de junho pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. 

O tucano é suspeito de omitir dados na prestação de contas eleitorais, o chamado caixa dois. A pena pode chegar a cinco anos de prisão mais multa.

Em sua delação, o empresário Joesley Batista relatou doação não contabilizada na campanha de Serra à presidência em 2010, quando perdeu para Dilma Rousseff no segundo turno.

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