Serra: seria bizarro o PSDB ajudar a fazer o impeachment e depois fugir

Senador tucano José Serra, que se reuniu ontem com o vice Michel Temer, criticou a posição de seu partido de não aderir ao eventual governo do peemedebista: “o partido deve apoiar o governo. E se apoiar o governo e for convidado, deve participar do governo. Seria bizarro o PSDB ajudar a fazer o impeachment de Dilma e depois, por questiúnculas e cálculos mesquinhos, lavar as mãos e fugir a suas responsabilidades com o país”, postou ele nas redes sociais; apesar da resistência do governador Geraldo Alckmin e do senador Aécio Neves, de olho em 2018, ele negocia ministério com Temer 

Senador tucano José Serra, que se reuniu ontem com o vice Michel Temer, criticou a posição de seu partido de não aderir ao eventual governo do peemedebista: “o partido deve apoiar o governo. E se apoiar o governo e for convidado, deve participar do governo. Seria bizarro o PSDB ajudar a fazer o impeachment de Dilma e depois, por questiúnculas e cálculos mesquinhos, lavar as mãos e fugir a suas responsabilidades com o país”, postou ele nas redes sociais; apesar da resistência do governador Geraldo Alckmin e do senador Aécio Neves, de olho em 2018, ele negocia ministério com Temer 
Senador tucano José Serra, que se reuniu ontem com o vice Michel Temer, criticou a posição de seu partido de não aderir ao eventual governo do peemedebista: “o partido deve apoiar o governo. E se apoiar o governo e for convidado, deve participar do governo. Seria bizarro o PSDB ajudar a fazer o impeachment de Dilma e depois, por questiúnculas e cálculos mesquinhos, lavar as mãos e fugir a suas responsabilidades com o país”, postou ele nas redes sociais; apesar da resistência do governador Geraldo Alckmin e do senador Aécio Neves, de olho em 2018, ele negocia ministério com Temer  (Foto: Roberta Namour)
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247 – O senador tucano José Serra, que se reuniu ontem com o vice Michel Temer no Palácio do Jaburu, em Brasília, criticou a posição de seu partido de não aderir ao eventual governo do peemedebista:

“Eu concordo com o senador Aloysio Nunes Ferreira: se o futuro presidente Michel Temer aceitar os pontos programáticos do PSDB, o partido deve apoiar o governo. E se apoiar o governo e for convidado, deve participar do governo. Seria bizarro o PSDB ajudar a fazer o impeachment de Dilma e depois, por questiúnculas e cálculos mesquinhos, lavar as mãos e fugir a suas responsabilidades com o país”, postou ele nas redes sociais.

Apesar da resistência do governador Geraldo Alckmin e do senador Aécio Neves, de olho em 2018, ele negocia ministério com Temer. Dirigentes do PSDB estariam impondo condições delicadas a Temer para adesão, como a de entregar a Fazenda a Serra. Outros, dizem que o tucano, se não seguir a posição da Executiva nacional, deve deixar o partido para integrar o novo governo.

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