Sob 'fogo amigo', Levy pretende deixar o cargo no fim do ano

Embora não tenha entregue sua carta de demissão à presidente Dilma Rousseff, Levy se sente desprestigiado no governo e não esconde o aborrecimento com as estocadas públicas do ex-presidente Lula, que disse no congresso da CUT que Dilma tinha adotado o discurso da campanha adversária; outro momento em que será mostrado o descontentamento do PT com a política econômica do governo é na reunião marcada para o próximo dia 29, quando o Diretório Nacional do partio promete pedir a demissão de Levy e propor uma guinada na política econômica

Embora não tenha entregue sua carta de demissão à presidente Dilma Rousseff, Levy se sente desprestigiado no governo e não esconde o aborrecimento com as estocadas públicas do ex-presidente Lula, que disse no congresso da CUT que Dilma tinha adotado o discurso da campanha adversária; outro momento em que será mostrado o descontentamento do PT com a política econômica do governo é na reunião marcada para o próximo dia 29, quando o Diretório Nacional do partio promete pedir a demissão de Levy e propor uma guinada na política econômica
Embora não tenha entregue sua carta de demissão à presidente Dilma Rousseff, Levy se sente desprestigiado no governo e não esconde o aborrecimento com as estocadas públicas do ex-presidente Lula, que disse no congresso da CUT que Dilma tinha adotado o discurso da campanha adversária; outro momento em que será mostrado o descontentamento do PT com a política econômica do governo é na reunião marcada para o próximo dia 29, quando o Diretório Nacional do partio promete pedir a demissão de Levy e propor uma guinada na política econômica (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Alvo de críticas do ex-presidente Lula e da cúpula do PT, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse a interlocutores que pretende deixar o cargo no fim do ano, se o "fogo amigo" não cessar. 

Embora não tenha entregue sua carta de demissão à presidente Dilma Rousseff, Levy se sente desprestigiado no governo e não esconde o aborrecimento com as estocadas públicas de Lula. O ex-presidente afirmou na terça-feira, no Congresso da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que Dilma tinha adotado o discurso da campanha adversária.

Para complicar, não houve declaração de Dilma defendendo a sua permanência no governo, depois que circularam rumores, negados pela Fazenda, sobre um pedido de demissão.

Outro momento em que será mostrado o descontentamento do PT com a política econômica do governo é na reunião marcada para o próximo dia 29, quando o Diretório Nacional do partio promete pedir a demissão de Levy e propor uma guinada na política econômica.

 

 

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