Sobrevida de Temer depende de separação de contas da chapa

As declarações do depoimento de Marcelo Odebrecht à Justiça Eleitoral, que confirmaram o pagamento de propina à chapa Dilma-Temer em 2014, fez com que o Planalto passasse a ver a separação da campanha, ou ao menos da responsabilidade sobre as contas, como única maneira de salvar o cargo de Michel Temer; a avaliação é a de que a fala, respaldada pela homologação da delação no Supremo, é suficiente para a cassação do mandato caso a corte decida pela unidade da chapa presidencial

Brasília - Presidente Michel Temer durante anúncio do calendário de saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), em cerimônia no Palácio do Planalto (Antonio Cruz/Agência Brasil)
Brasília - Presidente Michel Temer durante anúncio do calendário de saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), em cerimônia no Palácio do Planalto (Antonio Cruz/Agência Brasil) (Foto: Giuliana Miranda)

247 - As declarações do depoimento de Marcelo Odebrecht à Justiça Eleitoral, que confirmaram o pagamento de propina à chapa Dilma-Temer em 2014, fez com que o Planalto passasse a ver a separação da campanha, ou ao menos da responsabilidade sobre as contas, como única maneira de salvar o cargo de Michel Temer. A avaliação é a de que a fala, respaldada pela homologação da delação no Supremo, é suficiente para a cassação do mandato caso a corte decida pela unidade da chapa presidencial.

As informações são da coluna Painel da Folha de S.Paulo.

"Em caso de separação, a aposta é a de que o presidente ainda pode sobreviver.

O depoimento também deu peso maior à fala de Alexandrino Alencar, na próxima semana. Odebrecht confirmou que as negociações de doações à chapa para cooptar apoio à aliança foram encabeçadas pelo ex-subordinado no grupo."

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