STF apura se Cunha usou cargo para obstruir investigações

 O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), junto a aliados, é objeto de uma apuração no Supremo Tribunal Federal (a terceira contra ele) sobre o uso do cargo no Congresso para se beneficiar e atrapalhar as investigações do esquema de corrupção da Petrobras; o inquérito é mantido sob sigilo no Supremo e motivou parte dos mandados de busca e apreensão desta terça (15); um dos objetivos da operação desta terça seria reunir elementos que possam reforçar uma eventual justificativa para afastar Cunha do comando da Câmara. Por isso, a apreensão do celular utilizado pelo peemedebista

 O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), junto a aliados, é objeto de uma apuração no Supremo Tribunal Federal (a terceira contra ele) sobre o uso do cargo no Congresso para se beneficiar e atrapalhar as investigações do esquema de corrupção da Petrobras; o inquérito é mantido sob sigilo no Supremo e motivou parte dos mandados de busca e apreensão desta terça (15); um dos objetivos da operação desta terça seria reunir elementos que possam reforçar uma eventual justificativa para afastar Cunha do comando da Câmara. Por isso, a apreensão do celular utilizado pelo peemedebista
 O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), junto a aliados, é objeto de uma apuração no Supremo Tribunal Federal (a terceira contra ele) sobre o uso do cargo no Congresso para se beneficiar e atrapalhar as investigações do esquema de corrupção da Petrobras; o inquérito é mantido sob sigilo no Supremo e motivou parte dos mandados de busca e apreensão desta terça (15); um dos objetivos da operação desta terça seria reunir elementos que possam reforçar uma eventual justificativa para afastar Cunha do comando da Câmara. Por isso, a apreensão do celular utilizado pelo peemedebista (Foto: Valter Lima)
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247 - O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), junto a aliados, é objeto de uma apuração no Supremo Tribunal Federal (a terceira) sobre o uso do cargo no Congresso para se beneficiar e atrapalhar as investigações do esquema de corrupção da Petrobras.

O inquérito é mantido sob sigilo no Supremo e motivou parte dos mandados de busca e apreensão desta terça-feira (15).

Apontado como outro aliado de Cunha, o ex-diretor da Caixa Econômica Federal Fábio Cleto é suspeito de usar a instituição a favor do presidente da Câmara. Cleto, que também foi alvo de buscas, foi exonerado do cargo há cinco dias, num gesto visto como retaliação do governo a Cunha, diante do avanço do processo de impeachment.

Um dos objetivos da operação desta terça seria reunir elementos que possam reforçar uma eventual justificativa para afastar Cunha do comando da Câmara. Por isso, a apreensão do celular utilizado pelo peemedebista. A expectativa é de que possam ser encontradas mensagens que indiquem obstrução de seu processo de cassação no Conselho de Ética e ainda dos desdobramentos da Lava Jato.

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