STF homologa delação de Lúcio Funaro

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), homologou há pouco o acordo de delação premiada do corretor financeiro Lúcio Funaro; com a homologação, ficam autorizados os depoimentos do operador a serem utilizados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em novas denúncias contra políticos, entre eles, Michel Temer; Funaro é testemunha-chave em investigações envolvendo Temer, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ainda os ex-ministros Henrique Eduardo Alves e Geddel Vieira Lima 

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), homologou há pouco o acordo de delação premiada do corretor financeiro Lúcio Funaro; com a homologação, ficam autorizados os depoimentos do operador a serem utilizados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em novas denúncias contra políticos, entre eles, Michel Temer; Funaro é testemunha-chave em investigações envolvendo Temer, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ainda os ex-ministros Henrique Eduardo Alves e Geddel Vieira Lima 
O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), homologou há pouco o acordo de delação premiada do corretor financeiro Lúcio Funaro; com a homologação, ficam autorizados os depoimentos do operador a serem utilizados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em novas denúncias contra políticos, entre eles, Michel Temer; Funaro é testemunha-chave em investigações envolvendo Temer, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ainda os ex-ministros Henrique Eduardo Alves e Geddel Vieira Lima  (Foto: Aquiles Lins)

Agência Brasil - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin homologou hoje (5) o acordo de delação premiada do empresário e doleiro Lúcio Funaro com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Funaro está preso há mais de um ano no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal.

Com a homologação, caberá a PGR usar os fatos delatados pelo empresário nas investigações envolvendo os processos a que o colaborador está envolvido, podendo basear acusações contra parlamentares, ministros do governo e o presidente Michel Temer.

Funaro é processado pela Justiça Federal em Brasília em três investigações da Polícia Federal (PF) – Greenfield, Sépsis e a Cui Bono – que envolvem suspeitas de desvios de recursos públicos e fraudes na administração de quatro dos maiores fundos de pensão de empresas públicas do país: Funcef (Caixa), Petros (Petrobras), Previ (Banco do Brasil) e Postalis (Correios). O empresário também foi citado nas delações da JBS.

Funaro é testemunha-chave em processos que envolvem o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e os ex-ministros Henrique Eduardo Alves e Geddel Vieira Lima.

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