Temer diz que atacar Cunha seria demagogia

Vice-presidente Michel Temer afirma que Eduardo Cunha (PMDB) é "assunto do Judiciário e do Conselho de Ética" e que não caberia a ele, como presidente da República, interferir no futuro do presidente da Câmara: "Não cabe a mim, por demagogia, atacá-lo"; já sobre a presença de investigados na Lava Jato em seu possível governo, como o senador Romero Jucá (PMDB-RR), ele diz não ter nenhum tipo de constrangimento: "O Jucá entende muito de economia e de orçamento, é um excelente quadro. Se eu for esperar ele ser inocentado, o governo termina"; em entrevista ao Globo, o vice também afirma que só cortará três ministérios, em razão das pressões dos setores afetados

Vice-presidente Michel Temer afirma que Eduardo Cunha (PMDB) é "assunto do Judiciário e do Conselho de Ética" e que não caberia a ele, como presidente da República, interferir no futuro do presidente da Câmara: "Não cabe a mim, por demagogia, atacá-lo"; já sobre a presença de investigados na Lava Jato em seu possível governo, como o senador Romero Jucá (PMDB-RR), ele diz não ter nenhum tipo de constrangimento: "O Jucá entende muito de economia e de orçamento, é um excelente quadro. Se eu for esperar ele ser inocentado, o governo termina"; em entrevista ao Globo, o vice também afirma que só cortará três ministérios, em razão das pressões dos setores afetados
Vice-presidente Michel Temer afirma que Eduardo Cunha (PMDB) é "assunto do Judiciário e do Conselho de Ética" e que não caberia a ele, como presidente da República, interferir no futuro do presidente da Câmara: "Não cabe a mim, por demagogia, atacá-lo"; já sobre a presença de investigados na Lava Jato em seu possível governo, como o senador Romero Jucá (PMDB-RR), ele diz não ter nenhum tipo de constrangimento: "O Jucá entende muito de economia e de orçamento, é um excelente quadro. Se eu for esperar ele ser inocentado, o governo termina"; em entrevista ao Globo, o vice também afirma que só cortará três ministérios, em razão das pressões dos setores afetados (Foto: Roberta Namour)
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247 – O vice-presidente Michel Temer afirmou que Eduardo Cunha (PMDB) é "assunto do Judiciário e do Conselho de Ética" e não caberia a ele, como presidente da República, interferir no futuro do presidente da Câmara: "Não cabe a mim, por demagogia, atacá-lo".

Em entrevista ao Globo, ele também minimizou a polêmica sobre a presença de investigados na Lava Jato em seu possível governo, como o senador Romero Jucá (PMDB-RR). Diz não ter nenhum tipo de constrangimento: "O Jucá entende muito de economia e de orçamento, é um excelente quadro. Se eu for esperar ele ser inocentado, o governo termina".

O vice também afirma que só cortará três ministérios, em razão das pressões dos setores afetados: “Não sei se terei condições de diminuir o número de ministérios. Veja o Ministério da Cultura. Minha ideia era fundi-lo com a Educação, mas o pessoal do setor reclamou muito. Acho que cortarei no máximo uns três ministérios. Queria juntar o Desenvolvimento Agrário com a Agricultura, mas os setores não se conformaram. Pretendia também pôr dentro da Justiça o Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, mas não será possível" – leia aqui.

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