Temer: eleição da comissão do golpe foi “legítima”

Ao comentar a vitória da chapa 2, formada na maioria por deputados da oposição e defensores do golpe, para compor a comissão especial que vai analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, nesta terça-feira na Câmara, o vice-presidente Michel Temer disse que o Brasil vive em um "regime de uma normalidade democrática extraordinária" e que as instituições "estão funcionando"; segundo ele, a Câmara dos Deputados, presidida por Eduardo Cunha, que comandou as manobras, "tomou ontem uma deliberação no exercício legítimo da sua competência"

Ao comentar a vitória da chapa 2, formada na maioria por deputados da oposição e defensores do golpe, para compor a comissão especial que vai analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, nesta terça-feira na Câmara, o vice-presidente Michel Temer disse que o Brasil vive em um "regime de uma normalidade democrática extraordinária" e que as instituições "estão funcionando"; segundo ele, a Câmara dos Deputados, presidida por Eduardo Cunha, que comandou as manobras, "tomou ontem uma deliberação no exercício legítimo da sua competência"
Ao comentar a vitória da chapa 2, formada na maioria por deputados da oposição e defensores do golpe, para compor a comissão especial que vai analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, nesta terça-feira na Câmara, o vice-presidente Michel Temer disse que o Brasil vive em um "regime de uma normalidade democrática extraordinária" e que as instituições "estão funcionando"; segundo ele, a Câmara dos Deputados, presidida por Eduardo Cunha, que comandou as manobras, "tomou ontem uma deliberação no exercício legítimo da sua competência" (Foto: Gisele Federicce)
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Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

O vice-presidente Michel Temer disse hoje (9) que o Brasil vive em um "regime de uma normalidade democrática extraordinária" e que as instituições "estão funcionando", ao comentar a vitória da chapa 2 - Unindo o Brasil, formada na maioria por deputados da oposição e dissidentes da base aliada, para compor a comissão especial que vai analisar o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff e a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin de suspender o processo de impedimento.

"A Câmara dos Deputados tomou ontem uma deliberação no exercício legítimo da sua competência e, posteriormente, em face de medida judicial, o Supremo suspendeu, temporariamente, essa medida e, preliminarmente, para o exame posterior pelo plenário. Isso revela que vivemos num regime de uma normalidade democrática extraordinária, as instituições estão funcionando. Nós devemos preservar aquilo que as instituições estão fazendo e revelar com isso a democracia plena do país", afirmou na saída do gabinete da Vice-Presidência.

Perguntado sobre se haveria uma debandada do PMDB, seu partido, do governo Dilma, Temer fez sinal negativo. O vice-presidente não comentou a carta que enviou à presidenta na segunda-feira (7), sobre seu descontentamento com o tratamento recebido no governo, nem o encontro que deverá ter hoje à noite com Dilma.

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