Temer: não chamaria Dilma de corrupta

Em entrevista ao jornal norte-americano “The Washington Post', o presidente interino Michel Temer disse ser incapaz de dizer se a presidente eleita Dilma Rousseff se envolveu em esquemas de corrupção; “Ela pode ter cometido erros administrativos, mas não a chamaria de corrupta'', afirmou; ele defendeu a legalidade do governo interino; "Só existe golpe quando se viola a Constituição, e este não é o caso'', disse

Em entrevista ao jornal norte-americano “The Washington Post', o presidente interino Michel Temer disse ser incapaz de dizer se a presidente eleita Dilma Rousseff se envolveu em esquemas de corrupção; “Ela pode ter cometido erros administrativos, mas não a chamaria de corrupta'', afirmou; ele defendeu a legalidade do governo interino; "Só existe golpe quando se viola a Constituição, e este não é o caso'', disse
Em entrevista ao jornal norte-americano “The Washington Post', o presidente interino Michel Temer disse ser incapaz de dizer se a presidente eleita Dilma Rousseff se envolveu em esquemas de corrupção; “Ela pode ter cometido erros administrativos, mas não a chamaria de corrupta'', afirmou; ele defendeu a legalidade do governo interino; "Só existe golpe quando se viola a Constituição, e este não é o caso'', disse (Foto: Valter Lima)

247 - Em entrevista ao jornal norte-americano “The Washington Post', o presidente interino Michel Temer disse ser incapaz de dizer se a presidente eleita Dilma Rousseff se envolveu em esquemas de corrupção.

“Ela pode ter cometido erros administrativos, mas não a chamaria de corrupta'', afirmou.

A entrevista envolveu vários assuntos relacionados às crises no país e à Olimpíada. Temer deu respostas curtas e pouco elaboradas, e defendeu a legalidade do governo interino.

“Fui eleito vice-presidente. Aqui no Brasil, o presidente e o vice são eleitos juntos. Mesmo assim, partidos da oposição estão alegando que houve um golpe e que deveria haver eleições presidenciais. Só existe golpe quando se viola a Constituição, e este não é o caso'', disse.

A entrevista na íntegra (em inglês) aqui.

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