Temer nomeia acusado de assédio moral e sexual como cônsul no Paraguai

Michel Temer nomeou nesta sexta-feira 18 Américo Dyott Fontenelle como cônsul-geral do Brasil em Ciudad del Este, no Paraguai; Fontenelle foi suspenso das atividades de embaixador em 2014 por suspeita de assédio moral, sexual, homofobia e desrespeito no exercício da função de cônsul-geral do Brasil em Sydney (Austrália); em 2007, também foi investigado por assédio moral quando atuava no Canadá; processo, no entanto, foi arquivado e o Itamaraty não puniu o funcionário

Michel Temer nomeou nesta sexta-feira 18 Américo Dyott Fontenelle como cônsul-geral do Brasil em Ciudad del Este, no Paraguai; Fontenelle foi suspenso das atividades de embaixador em 2014 por suspeita de assédio moral, sexual, homofobia e desrespeito no exercício da função de cônsul-geral do Brasil em Sydney (Austrália); em 2007, também foi investigado por assédio moral quando atuava no Canadá; processo, no entanto, foi arquivado e o Itamaraty não puniu o funcionário
Michel Temer nomeou nesta sexta-feira 18 Américo Dyott Fontenelle como cônsul-geral do Brasil em Ciudad del Este, no Paraguai; Fontenelle foi suspenso das atividades de embaixador em 2014 por suspeita de assédio moral, sexual, homofobia e desrespeito no exercício da função de cônsul-geral do Brasil em Sydney (Austrália); em 2007, também foi investigado por assédio moral quando atuava no Canadá; processo, no entanto, foi arquivado e o Itamaraty não puniu o funcionário (Foto: Aquiles Lins)
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Do Metrópoles - O presidente Michel Temer (PMDB) nomeou nesta sexta-feira (18/8) Américo Dyott Fontenelle como cônsul-geral do Brasil em Ciudad del Este, no Paraguai. Fontenelle foi suspenso das atividades de embaixador em 2014 por suspeita de assédio moral, sexual, homofobia e desrespeito no exercício da função de cônsul-geral do Brasil em Sydney (Austrália).

Fontenelle tem um histórico de acusações. Em 2007, também foi investigado por assédio moral quando atuava no Canadá. O processo, no entanto, foi arquivado e o Itamaraty não puniu o funcionário.

Em 2013, funcionários que trabalharam com Fontenelle relataram o drama vivido. "Quando você é tão eficiente me dá vontade de te dar um beijo", teria dito o cônsul a Claudia Pereira. Para outra colega, Viviane Jones, ele teria comentado que ficava imaginando o que estava debaixo da blusa dela e que ele caminhava se esfregando nas funcionárias.

Já Alberto Amarilho, funcionário de carreira do Itamaraty, relatou que Fontenelle atacava minorias com expressões como "velha escrota", "negão", "chinês filha da puta".

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