Temer nomeia aliado de Cunha para liderança do governo no Congresso

Com o objetivo de evitar retaliações do chamado "centrão", Michel Temer nomeou para ser líder do governo no Congresso Nacional o deputado federal André Moura (PSC-SE), ex-líder do governo na Câmara dos Deputados e aliado do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em Curitiba; a nomeação seria uma forma de acalmar os ânimos após a eleição para a presidência da Casa; integrantes do centrão que apoiavam candidaturas rivais acusam Temer de ter auxiliado a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ)

Com o objetivo de evitar retaliações do chamado "centrão", Michel Temer nomeou para ser líder do governo no Congresso Nacional o deputado federal André Moura (PSC-SE), ex-líder do governo na Câmara dos Deputados e aliado do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em Curitiba; a nomeação seria uma forma de acalmar os ânimos após a eleição para a presidência da Casa; integrantes do centrão que apoiavam candidaturas rivais acusam Temer de ter auxiliado a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ)
Com o objetivo de evitar retaliações do chamado "centrão", Michel Temer nomeou para ser líder do governo no Congresso Nacional o deputado federal André Moura (PSC-SE), ex-líder do governo na Câmara dos Deputados e aliado do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em Curitiba; a nomeação seria uma forma de acalmar os ânimos após a eleição para a presidência da Casa; integrantes do centrão que apoiavam candidaturas rivais acusam Temer de ter auxiliado a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Com o objetivo de evitar retaliações do chamado "centrão", Michel Temer nomeou para ser líder do governo no Congresso Nacional o deputado federal André Moura (PSC-SE), ex-líder do governo na Câmara dos Deputados e aliado ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em Curitiba. Com a escolha, o atual líder do Congresso, Romero Jucá (PMDB-RR), será líder do governo no Senado, após a indicação de Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) para o Ministério da Justiça.

Segundo a Folha, um assessor presidencial também afirmou que as mudanças são uma forma de "curar as feridas" da eleição para a presidência da Câmara dos Deputados, no mês passado. Integrantes do centrão que apoiaram candidaturas rivais acusam Temer de ter auxiliado a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Como uma retaliação, membros do centrão também teriam ameaçado obstruir a proposta da Reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e vinham articulando mudanças no texto original enviado pelo governo, que, agora, tenta unificar a base aliada para a votação da reforma.

Nessa sexta-feira (3), Temer promoveu um jantar, no Palácio do Jaburu, com líderes da Câmara dos Deputados, com o objetivo de pedir que não sejam feitas mudanças substanciais no texto da proposta. De acordo com os bastidores, ministros e assessores afirmam que o governo federal poderá reavaliar a composição de forças políticas diante de posições contrárias à orientação do governo.

A proposta de Reforma da Previdência aumenta a idade mínima da aposentadoria de 53 para 65 anos, tanto para homens como para mulheres, e o tempo mínimo de contribuição aumenta de 15 para 25 anos. Segundo o cálculo do governo, aos 65 anos e com 25 anos de contribuição, o valor do benefício será de 76% da média de todas as contribuições. Com 26 anos de contribuição, 77%. Com 27 anos, 78%. O percentual chega a 100% (aposentadoria integral) com 49 anos de contribuição. 

 

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