Temer, que afundou a economia, diz que recessão se combate com diálogo com Congresso

 Em viagem ao Estado de Alagoas,  Michel Temer destacou que o País está em uma "grande recessão" e que para enfrentar o problema é necessário "diálogo" e apoio do Congresso Nacional; "Para isso, precisamos ter diálogo e a primeira palavra do governo é o dialogo", afirmou. Temer também elogiou a adesão dos parlamentares à base governista. "Graças a Deus e graças à compreensão do Congresso, medidas são apoiadas com índice superior a 88%, o maior de apoio em todos os tempos"; declaração vem após a divulgação de dados que comprovam o agravamento da recessão e do desemprego, que alcança 12 milhões de brasileiros

Michel Temer em Maceió (AL) 27.12.2016
Michel Temer em Maceió (AL) 27.12.2016 (Foto: Paulo Emílio)

247 - Em viagem ao Estado de Alagoas para lançar uma série de ações de combate à seca, Michel Temer destacou que o País está em uma "grande recessão" e que para enfrentar o problema pe necessário "diálogo" e apoio do Congresso Nacional. "Para isso, precisamos ter diálogo e a primeira palavra do governo é o dialogo", afirmou. Temer também elogiou a adesão dos parlamentares à base governista. "Graças a Deus e graças à compreensão do Congresso, medidas são apoiadas com índice superior a 88%, o maior de apoio em todos os tempos", destacou.

O peemedebista também observou que o evento em Alagoas marcou a entrega de mais R$ 1 bilhão em recursos voltados para a construção de 133,5 mil cisternas e reservatórios. Para ele, a ação significa que "temos os olhos voltados para o problema da seca no Nordeste". "Se até o final do meu mandato conseguir levar água pra o Nordeste já estarei satisfeito", completou.

Temer chamou, ainda, de "singelas" as medidas econômicas anunciadas pelo governo federal visando reativar a economia, como a liberação de recursos de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que deverá injetar cerca de R$ 30 bilhões na economia, bem como a redução de juros do rotativo no cartão de crédito e a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Teto dos Gastos.

Ele também defendeu a necessidade de uma reforma trabalhista por meio de "um grande acordo com sindicatos e empregadores, de pacificação das relações do trabalho".

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