Temer sente falta de quorum e já discute adiar votação

A estratégia da oposição de não registrar presença no plenário da Câmara nesta quarta-feira, 25, para forçar o adiamento da votação da denúncia de organização criminosa e obstrução de Justiça contra Michel Temer está surtindo efeito; integrantes do Palácio do Planalto já discutem apresentar um requerimento de adiamento da votação; segundo a jornalista Andreia Sadi, a missão foi delegada ao líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)

A estratégia da oposição de não registrar presença no plenário da Câmara nesta quarta-feira, 25, para forçar o adiamento da votação da denúncia de organização criminosa e obstrução de Justiça contra Michel Temer está surtindo efeito; integrantes do Palácio do Planalto já discutem apresentar um requerimento de adiamento da votação; segundo a jornalista Andreia Sadi, a missão foi delegada ao líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)
A estratégia da oposição de não registrar presença no plenário da Câmara nesta quarta-feira, 25, para forçar o adiamento da votação da denúncia de organização criminosa e obstrução de Justiça contra Michel Temer está surtindo efeito; integrantes do Palácio do Planalto já discutem apresentar um requerimento de adiamento da votação; segundo a jornalista Andreia Sadi, a missão foi delegada ao líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) (Foto: Aquiles Lins)

247 - A estratégia da oposição de não registrar presença no plenário da Câmara nesta quarta-feira, 25, para forçar o adiamento da votação da denúncia de organização criminosa e obstrução de Justiça contra Michel Temer está surtindo efeito. 

Integrantes do Palácio do Planalto já discutem apresentar um requerimento de adiamento da votação. Segundo o blog da jornalista Andreia Sadi, colunista da Globonews, a missão foi delegada ao líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

Conforma a colunista do 247 Tereza Cruvinel avaliou, com o feriado de Finados caindo na quinta-feira da semana que vem, outra votação só será possível daqui a 15 dias. "Até lá, Temer sangrará", analisa (leia mais).

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