Temer tenta consertar vazamento aparentemente proposital

O vice-presidente Michel Temer (PMDB) afirmou nesta segunda (11) que o áudio enviado para grupo de integrantes do PMDB no qual fala como se o impeachment já tivesse sido aprovado foi gravado para ser mandado para "vários companheiros" e acabou encaminhado para os peemedebistas por engano; "Primeiro lugar, falava com vários companheiros, quando fui perguntado se eu já estava preparado para a eventualidade do que viesse a acontecer no domingo, porque viria a exigir uma manifestação minha. Daí fiz a gravação, e confesso que quando resolvi mandar para outro amigo houve um equívoco e mandei para um grupo e acabou vazando", disse

O vice-presidente Michel Temer (PMDB) afirmou nesta segunda (11) que o áudio enviado para grupo de integrantes do PMDB no qual fala como se o impeachment já tivesse sido aprovado foi gravado para ser mandado para "vários companheiros" e acabou encaminhado para os peemedebistas por engano; "Primeiro lugar, falava com vários companheiros, quando fui perguntado se eu já estava preparado para a eventualidade do que viesse a acontecer no domingo, porque viria a exigir uma manifestação minha. Daí fiz a gravação, e confesso que quando resolvi mandar para outro amigo houve um equívoco e mandei para um grupo e acabou vazando", disse
O vice-presidente Michel Temer (PMDB) afirmou nesta segunda (11) que o áudio enviado para grupo de integrantes do PMDB no qual fala como se o impeachment já tivesse sido aprovado foi gravado para ser mandado para "vários companheiros" e acabou encaminhado para os peemedebistas por engano; "Primeiro lugar, falava com vários companheiros, quando fui perguntado se eu já estava preparado para a eventualidade do que viesse a acontecer no domingo, porque viria a exigir uma manifestação minha. Daí fiz a gravação, e confesso que quando resolvi mandar para outro amigo houve um equívoco e mandei para um grupo e acabou vazando", disse (Foto: Valter Lima)
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247 - O vice-presidente Michel Temer (PMDB) afirmou nesta segunda-feira (11) que o áudio enviado para grupo de integrantes do PMDB no qual fala como se o impeachment já tivesse sido aprovado foi gravado para ser mandado para "vários companheiros" e acabou encaminhado para os peemedebistas por engano.

"Primeiro lugar, falava com vários companheiros, quando fui perguntado se eu já estava preparado para a eventualidade do que viesse a acontecer no domingo, porque viria a exigir uma manifestação minha. Daí fiz uma gravação onde defendi a pacificação absoluta do país, a unidade do país, o chamamento de todos os partidos para um governo de salvação nacional, a ideia de que devemos prestigiar o setor produtivo, a ideia de manter os programas sociais, fui dizendo isso, e confesso que quando resolvi mandar para outro amigo houve um equívoco e mandei para um grupo e acabou vazando", disse.

"Eu reitero que aquilo que disse seria exatamente o que eu fiz no passado e continuarei a fazer independentemente do que aconteça no domingo. Ainda que o governo federal continue tal como está, continuarei sustentando as mesmas teses. Não mudei um centímetro daquilo que falei no passado", acrescentou.

Temer ressaltou que na gravação se dirigiu "respeitosamente" ao Senado. "Temos que, cautelosamente, aguardar decisão do Senado. Ainda que o governo fique tal qual como está, continuarei reiterando as ideias. Não mudei um centímetro do que falei no passado. Fiz questão de chamá-los [jornalistas] para detalhar e relatar como as coisa se passaram. Não estou dizendo novidades, porque é uma tese que estou defendendo ao longo do tempo", declarou.

O peemedebista disse não acreditar que o discurso altere o resultado da votação do domingo (17) e fez uma provocação ao ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, que chamou o vice-presidente de "golpista".

"Não vou responder, certas afirmações não merecem a honra da minha resposta", disse.

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