Tereza: 'oposição se arrisca com gestos inúteis'

Jornalista Tereza Cruvinel relembra frase de Tancredo, de que "governo e oposição, acima dos seus objetivos políticos, têm deveres inalienáveis com nosso povo", e afirma que partido de Aécio Neves, neto do ex-presidente, tem praticado apenas "gestos inúteis" depois das eleições, como a ação em que pede a posse do tucano e a cassação de Dilma, o pedido de auditoria das urnas, o apoio a manifestações por impeachment, o movimento contra o novo superávit e "a obsessão por encontrar fios desencapados que levem a Lula ou Dilma nas investigações sobre a Petrobrás"; "Mas se ficar só nisso, e no voto contra tudo no plenário, continuará devendo ao país, e especialmente a seus eleitores, um gesto de maturidade e grandeza que ainda não fez depois do segundo turno eleitoral", destaca a colunista do 247

Jornalista Tereza Cruvinel relembra frase de Tancredo, de que "governo e oposição, acima dos seus objetivos políticos, têm deveres inalienáveis com nosso povo", e afirma que partido de Aécio Neves, neto do ex-presidente, tem praticado apenas "gestos inúteis" depois das eleições, como a ação em que pede a posse do tucano e a cassação de Dilma, o pedido de auditoria das urnas, o apoio a manifestações por impeachment, o movimento contra o novo superávit e "a obsessão por encontrar fios desencapados que levem a Lula ou Dilma nas investigações sobre a Petrobrás"; "Mas se ficar só nisso, e no voto contra tudo no plenário, continuará devendo ao país, e especialmente a seus eleitores, um gesto de maturidade e grandeza que ainda não fez depois do segundo turno eleitoral", destaca a colunista do 247
Jornalista Tereza Cruvinel relembra frase de Tancredo, de que "governo e oposição, acima dos seus objetivos políticos, têm deveres inalienáveis com nosso povo", e afirma que partido de Aécio Neves, neto do ex-presidente, tem praticado apenas "gestos inúteis" depois das eleições, como a ação em que pede a posse do tucano e a cassação de Dilma, o pedido de auditoria das urnas, o apoio a manifestações por impeachment, o movimento contra o novo superávit e "a obsessão por encontrar fios desencapados que levem a Lula ou Dilma nas investigações sobre a Petrobrás"; "Mas se ficar só nisso, e no voto contra tudo no plenário, continuará devendo ao país, e especialmente a seus eleitores, um gesto de maturidade e grandeza que ainda não fez depois do segundo turno eleitoral", destaca a colunista do 247 (Foto: Gisele Federicce)
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247 – Com tantos desafios que se aproxima com 2015, e que deveriam ser "preocupação prioritária, inclusive da oposição", ela "insiste nos gestos rasteiros e no acerto de contas, decepcionando possivelmente uma parte dos 51 milhões de brasileiros que votaram em Aécio Neves", afirma Tereza Cruvinel, em nova coluna em seu blog no 247. "Sinal disso", diz ela, é "o aumento à aprovação de Dilma depois de reeleita". A jornalista faz uma relação do que considera "gestos inúteis" por parte do PSDB de Aécio Neves:

Em política, todo gesto inútil é um erro, já dizia um sábio político das antigas. Isso vale para todas as atitudes pueris que a oposição já adotou desde que, como criança que já levava o doce à boca, perdeu a eleição presidencial pela menor diferença desde a chegada do PT ao governo: 3,5 milhões de votos. Foi a menor mas não foi insignificante, como disse o PSDB na ação contra a diplomação de Dilma/Michel, pedindo a posse de Aécio Neves/Aloysio Nunes. Outros gestos inúteis foram o pedido de auditoria na apuração, a insuflação aos movimentos pró-impeachment, a guerra para evitar a aprovação do projeto que flexibilizou o cálculo do superávit primário, esta última ação junto ao TSE, com argumentos que chegam a ser ridículos, e a obsessão por encontrar fios desencapados que levem a Lula ou Dilma nas investigações sobre a Petrobrás.

A colunista pergunta, em seguida, se os líderes não estariam, com essas atitudes, "interpretando equivocadamente o voto de confiança que receberam e fazendo o próprio jogo, numa parceria preferencial com a mídia e não com sua base social?". Se ficar "só nisso", ressalta Tereza, "e no voto contra tudo no plenário, continuará devendo ao país, e especialmente a seus eleitores, um gesto de maturidade e grandeza que ainda não fez depois do segundo turno eleitoral".

Leia aqui a íntegra do texto.

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