Vingança de Cunha imobiliza Janot?

Eduardo Cunha (PMDB) não esconde de aliados que a decisão de aceitar o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff não é apenas vingança pelo fato do PT ter anunciado voto pela sua cassação no Conselho de Ética; mas principalmente para tentar se proteger de um pedido de seu afastamento da presidência da Câmara, que está na iminência de ser feito do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF); Cunha desafia Janot ao acreditar que um pedido seu ao STF pode ser classificado como iniciativa pró-governo, para livrar Dilma Rousseff do processo de impeachment; PGR já tem elementos suficientes para pedir que o Supremo afaste Cunha da presidência, inclusive uma representação de cinco partidos

Eduardo Cunha (PMDB) não esconde de aliados que a decisão de aceitar o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff não é apenas vingança pelo fato do PT ter anunciado voto pela sua cassação no Conselho de Ética; mas principalmente para tentar se proteger de um pedido de seu afastamento da presidência da Câmara, que está na iminência de ser feito do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF); Cunha desafia Janot ao acreditar que um pedido seu ao STF pode ser classificado como iniciativa pró-governo, para livrar Dilma Rousseff do processo de impeachment; PGR já tem elementos suficientes para pedir que o Supremo afaste Cunha da presidência, inclusive uma representação de cinco partidos
Eduardo Cunha (PMDB) não esconde de aliados que a decisão de aceitar o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff não é apenas vingança pelo fato do PT ter anunciado voto pela sua cassação no Conselho de Ética; mas principalmente para tentar se proteger de um pedido de seu afastamento da presidência da Câmara, que está na iminência de ser feito do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF); Cunha desafia Janot ao acreditar que um pedido seu ao STF pode ser classificado como iniciativa pró-governo, para livrar Dilma Rousseff do processo de impeachment; PGR já tem elementos suficientes para pedir que o Supremo afaste Cunha da presidência, inclusive uma representação de cinco partidos (Foto: Aquiles Lins)
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247 - A aliados, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), não esconde que sua decisão de aceitar o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff se dá não apenas pelo fato do PT ter anunciado que votará contra Cunha na ação que sua cassação no Conselho de Ética. 

Como relata a colunista Mônica Bergamo, da Folha, Cunha decidiu deflagrar o impeachment depois saber que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se preparava para pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF), ainda nesta semana, o seu afastamento da presidência da Câmara.

Elementos não faltam para sustentar o pedido de Janot. Entre eles está a representação protocolada na semana passada na PGR  pelo Rede Sustentabilidade, PSOL, PSB, PSDB e PPS. Os líderes desses partidos acusam Cunha de falta de isenção e de manobrar politicamente para impedir o avanço da investigação contra ele no Conselho de Ética, além de tomar atitudes deliberadas para atrapalhar a obtenção de provas nos processos da Operação Lava Jato, em que Cunha é investigado por cobrar e receber propinas e de manter contas não declaradas na Suíça.

Se antecipado à ação de Rodrigo Janot, Eduardo Cunha acredita que qualquer movimento do procurador-geral poderia voltar a ser classificado pelo presidente da Câmara como iniciativa pró-governo, para livrar Dilma Rousseff do processo de impeachment. 

O procurador-geral dá deu elementos suficientes de que não mantém qualquer subserviência ao Poder Executivo, ao pedir investigações contra aliados diretos do Planalto. 

Janot agora cairá na estratégia de Eduardo Cunha e ierá na sua decisão de pedir ao Supremo o afastamento dele da presidência da Câmara?

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