Virgílio desiste de prévias do PSDB e bate duro em Alckmin

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, informou que não vai mais concorrer com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, nas prévias para a escolha do candidato tucano à presidência da República; “Participar de uma fraude, eu não vou, não”, disse Virgílio, que bateu duro em Alckmin “Conheci um dos homens públicos menos sinceros e mais capazes para a desfaçatez e fingimento em 40 anos de vida pública”

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, informou que não vai mais concorrer com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, nas prévias para a escolha do candidato tucano à presidência da República; “Participar de uma fraude, eu não vou, não”, disse Virgílio, que bateu duro em Alckmin “Conheci um dos homens públicos menos sinceros e mais capazes para a desfaçatez e fingimento em 40 anos de vida pública”
O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, informou que não vai mais concorrer com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, nas prévias para a escolha do candidato tucano à presidência da República; “Participar de uma fraude, eu não vou, não”, disse Virgílio, que bateu duro em Alckmin “Conheci um dos homens públicos menos sinceros e mais capazes para a desfaçatez e fingimento em 40 anos de vida pública” (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, informou que não vai mais concorrer com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, nas prévias para a escolha do candidato tucano à presidência da República.

“Participar de uma fraude, eu não vou, não. Vou dar uma explicação bem clara ao país dos porquês. Por mais que eu soubesse que eu poderia [disputar], seria uma coisa menor. Porque não estou aqui para criar constrangimentos para o Geraldo”, disse o chefe do executivo municipal à Folha.

O prefeito bateu duro no seu correligionário. “Conheci um dos homens públicos menos sinceros e mais capazes para a desfaçatez e fingimento em 40 anos de vida pública”, afirmou.

Virgílio disse ter clara noção de que “de como se sente o eleitor brasileiro e como ele vê os partidos e o meu partido, em particular”. “Além dos defeitos tradicionais que os demais acumulam, o PSDB traiu a esperança dos 51 milhões que votaram em Aécio [em 2014].” “É preciso abrir a discussão sobre desigualdades regionais, sobre o partido, hoje condenado e execrado pela população. Eles não entendem isso, assim como não entendem de Amazônia, uma região de importância simbólica para o mundo inteiro”, acrescentou.

Alckmin, que preside nacionalmente o PSDB, deverá se desincompatibilizar do Palácio dos Bandeirantes em 7 de abril para começar a campanha pelo país. O tucano, no entanto, ainda patina pelos 10% dos votos.

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