Vitória de Trump deixa Serra em situação constrangedora

Vitória de Donald Trump foi um tiro no pé do ministro das Relações Exteriores do Brasil, José Serra; em 6 de junho, logo que assumiu o cargo, durante entrevista no programa Roda Viva, Serra se mostrou contrário à possibilidade de vitória do candidato do Partido Republicano; questionado naquele dia sobre o que achava da hipótese de Trump chegar à Casa Branca, o ministro respondeu: "Não acho que vai acontecer... Não pode acontecer"

Vitória de Donald Trump foi um tiro no pé do ministro das Relações Exteriores do Brasil, José Serra; em 6 de junho, logo que assumiu o cargo, durante entrevista no programa Roda Viva, Serra se mostrou contrário à possibilidade de vitória do candidato do Partido Republicano; questionado naquele dia sobre o que achava da hipótese de Trump chegar à Casa Branca, o ministro respondeu: "Não acho que vai acontecer... Não pode acontecer"
Vitória de Donald Trump foi um tiro no pé do ministro das Relações Exteriores do Brasil, José Serra; em 6 de junho, logo que assumiu o cargo, durante entrevista no programa Roda Viva, Serra se mostrou contrário à possibilidade de vitória do candidato do Partido Republicano; questionado naquele dia sobre o que achava da hipótese de Trump chegar à Casa Branca, o ministro respondeu: "Não acho que vai acontecer... Não pode acontecer" (Foto: Aquiles Lins)

247 - A vitória do republicano Donald Trump na eleição para presidente dos Estados Unidos foi um tiro no pé do ministro de relações exteriores do Brasil, José Serra. 

Em 6 de junho, logo que assumiu o cargo, Serra participou de entrevista no programa Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo e se mostrou contrário à possibilidade de vitória do candidato do Partido Republicano.

Conforme recordou reportagem da Carta Capital, questionado naquele dia sobre o que achava da hipótese de o candidato de Trump chegar à Casa Branca, o ministro das Relações Exteriores respondeu: "Não acho que vai acontecer... Não pode acontecer".

EUA são uma peça central na política externa do ministro. Sua linha mestra no cargo é atrelar o Brasil aos interesses daquele país, do qual admite ser um admirador, conforme registrado em uma entrevista ao Estado de S. Paulo de 22 de maio, dez dias após assumir a chancelaria.

"Tive uma experiência pessoal que foi muito importante, quando passei parte do meu exílio nos Estados Unidos, nas Universidades de Princeton e Cornell, e comecei a conhecer a sociedade e a democracia americanas muito de perto. Daria uma outra entrevista eu contar o impacto que eu tive ao viver o cotidiano e junto à base da sociedade a democracia americana", disse na entrevista.

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