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‘É difícil terminar mandato com 7% de aprovação’, disse Temer em 2015

Oito meses antes de ocupar o Palácio do Planalto por meio de um golpe parlamentar que arruinou a economia e a imagem do Brasil, Michel Temer avaliou que seria difícil a presidente eleita Dilma Rousseff concluir o mandato com a popularidade abaixo de dois dígitos; "Se continuar com 7% ou 8% de popularidade, de fato, fica difícil passar 3 anos e meio assim", disse Temer na ocasião, ao comentar pesquisa Datafolha; hoje, o mesmo instituto o aponta com aprovação de 7% e rejeição de 69% da população brasileira, a maior em 28 anos; a diferença crucial entre os dois é que Dilma foi reconhecida internacionalmente como vítima de um golpe, enquanto Temer recebeu carimbo de corrupto pela Polícia Federal e será denunciado ao STF por corrupção, organização criminosa e obstrução da Justiça 

PT lidera preferência do brasileiro e PSDB e PMDB afundam abraçados

Ricardo Stuckert

Mesmo vítima de um impeachment sem crime responsabilidade, isto é, um golpe, e submetido a uma intensa campanha de criminalização, o PT é o partido com a maior popularidade do Brasil; segundo pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo, 25, o PT é o favorito de 18% da população, na maior popularidade desde a segunda posse de Dilma, em 2015; PSDB e o PMDB, que selaram uma aliança para assaltar o Poder, aparecem empatados em segundo lugar, com apenas 5% de preferência da população, bem próximos da margem de erro da pesquisa, que é de 2%; preferência pelo PT reflete a liderança do ex-presidente Lula na corrida presidencial para 2018 e aumenta as dificuldades para quem tenta inabilitá-lo na disputa 


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