Acordo entre rodoviários e governo descarta greve

Os rodoviários conseguiram reajuste salarial de 20%, aumento de 40% na cesta básica e acréscimo de 20% no tíquete-alimentação. Com isso, os motoristas que hoje recebem R$ 1.607 passarão a ganhar R$ 1.928; os cobradores também terão os vencimentos aumentados, de R$ 840 para R$ 981; greve estava programa para ser deflagrada nesta segunda-feira; mobilidade garantida durante a Copa

Os rodoviários conseguiram reajuste salarial de 20%, aumento de 40% na cesta básica e acréscimo de 20% no tíquete-alimentação. Com isso, os motoristas que hoje recebem R$ 1.607 passarão a ganhar R$ 1.928; os cobradores também terão os vencimentos aumentados, de R$ 840 para R$ 981; greve estava programa para ser deflagrada nesta segunda-feira; mobilidade garantida durante a Copa
Os rodoviários conseguiram reajuste salarial de 20%, aumento de 40% na cesta básica e acréscimo de 20% no tíquete-alimentação. Com isso, os motoristas que hoje recebem R$ 1.607 passarão a ganhar R$ 1.928; os cobradores também terão os vencimentos aumentados, de R$ 840 para R$ 981; greve estava programa para ser deflagrada nesta segunda-feira; mobilidade garantida durante a Copa (Foto: Aquiles Lins)

Daniel Lima, da Agência Brasil - Representantes de empresas de ônibus do Distrito Federal, do governo e dos empregados fecharam acordo neste domingo, 8, e os rodoviários desistiram da greve programada para esta segunda-feira, 9.

Eles conseguiram reajuste salarial de 20%, aumento de 40% na cesta básica e acréscimo de 20% no tíquete-alimentação. Com isso, os motoristas que hoje recebem R$ 1.607 passarão a ganhar R$ 1.928. Os cobradores também terão os vencimentos aumentados, de R$ 840 para R$ 981.

O diretor do Sindicato dos Rodoviários do Distrito Federal, Raimundo Francisco Carvalho, comemorou o resultado e considerou o acordo histórico. “Era o que o rodoviário esperava. Foi uma conquista histórica que desejávamos há vários anos.”

Segundo Raimundo Francisco, outra coquista foi que os motoristas de ônibus articulado terão um acréscimo de 10% nos salários. “Agora, a população pode ficar tranquila que não haverá mais a greve. Os empresários não falaram, durante a negociação, em reajuste de tarifas. Pelo menos, neste momento, não.”

A capital federal sedia, no dia 15 de junho, o jogo Suíça e Equador, pela Copa do Mundo.

 

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