Alcolumbre fala em segurança com decisão de Lewandowski para segurar indicação de Mendonça ao Supremo

O senador Davi Alcolumbre pretende formar maioria com o objetivo de fazer o Senado não aprovar o nome de André Mendonça para o STF

André Mendonça e o senador Davi Alcolumbre
André Mendonça e o senador Davi Alcolumbre (Foto: AlanSantos/PR e Divulgação)
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247 - O presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou a aliados que a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski de não obrigá-lo a pautar a indicação de André Mendonça à Corte garantiu a segurança necessária para a votação ser realizada apenas quando o parlamentar conseguir maioria para derrotar o nome escolhido por Bolsonaro. A informação foi publicada pela coluna Painel

O ex-advogado-geral da União André Mendonça disse a aliados que o Palácio do Planalto prometeu aumentar a pressão sobre Alcolumbre.

Nesse cenário, os evangélicos devem continuar na tentativa de desgaste do parlamentar em seu estado, o Amapá, e com as ameaças de não apoiá-lo na tentativa de reeleição para o Senado no ano que vem.

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'Terrivelmente evangélico'

Em 2019, Bolsonaro prometeu que indicaria ministro "terrivelmente evangélico" para o Supremo. Ele não cumpriu a promessa, quando indicou Kassio Nunes Marques para a Corte em outubro de 2020. 

Mendonça é pastor na Igreja Presbiteriana Esperança, na capital federal e, com a sua indicação, Bolsonaro pretende não perder eleitores entre os evangélicos. 

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