Aloysio diz que impeachment 'depende do PMDB'

No protesto em Brasília, neste domingo (16), o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que foi candidato a vice-presidente na chapa de Aécio Neves no ano passado, disse que, independentemente do número de manifestantes nas ruas, a rejeição à presidente Dilma Rousseff é "oceânica", mas afirmou que a realização de um impeachment contra a presidente está "sobretudo nas mãos do PMDB, que detém a maior bancada da Câmara dos Deputados"; ele ressaltou que cabe a Eduardo Cunha colocar o assunto em pauta

No protesto em Brasília, neste domingo (16), o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que foi candidato a vice-presidente na chapa de Aécio Neves no ano passado, disse que, independentemente do número de manifestantes nas ruas, a rejeição à presidente Dilma Rousseff é "oceânica", mas afirmou que a realização de um impeachment contra a presidente está "sobretudo nas mãos do PMDB, que detém a maior bancada da Câmara dos Deputados"; ele ressaltou que cabe a Eduardo Cunha colocar o assunto em pauta
No protesto em Brasília, neste domingo (16), o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que foi candidato a vice-presidente na chapa de Aécio Neves no ano passado, disse que, independentemente do número de manifestantes nas ruas, a rejeição à presidente Dilma Rousseff é "oceânica", mas afirmou que a realização de um impeachment contra a presidente está "sobretudo nas mãos do PMDB, que detém a maior bancada da Câmara dos Deputados"; ele ressaltou que cabe a Eduardo Cunha colocar o assunto em pauta (Foto: Valter Lima)
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247 - No protesto em Brasília, neste domingo (16), o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que foi candidato a vice-presidente na chapa de Aécio Neves no ano passado, disse que, independentemente do número de manifestantes nas ruas, a rejeição à presidente Dilma Rousseff é "oceânica". Mas afirmou que a realização de um impeachment contra a presidente está "sobretudo nas mãos do PMDB, que detém a maior bancada da Câmara dos Deputados". Ele ressaltou que cabe a Eduardo Cunha colocar o assunto em pauta. 

Segundo ele, o alívio dado ao Palácio do Planalto na última semana, quando foi apresentada a "Agenda Brasil, pelo Senado, para superar a crise, tem "fôlego curto". "O conchavo tem fôlego curto. A crise é forte e o desemprego é grande", disse.

 

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