Ameaça de bomba no Congresso interdita Salão Verde

No início da tarde desta segunda-feira, 17, o Salão Verde da Câmara ficou interditado para que a Polícia Legislativa fizesse uma varredura a fim de verificar a existência de algum artefato explosivo no local; policiais chegaram a evacuar o local, retirando jornalistas, visitantes e funcionários da Câmara; operação durou cerca de 15 minutos, mas nada foi encontrado

No início da tarde desta segunda-feira, 17, o Salão Verde da Câmara ficou interditado para que a Polícia Legislativa fizesse uma varredura a fim de verificar a existência de algum artefato explosivo no local; policiais chegaram a evacuar o local, retirando jornalistas, visitantes e funcionários da Câmara; operação durou cerca de 15 minutos, mas nada foi encontrado
No início da tarde desta segunda-feira, 17, o Salão Verde da Câmara ficou interditado para que a Polícia Legislativa fizesse uma varredura a fim de verificar a existência de algum artefato explosivo no local; policiais chegaram a evacuar o local, retirando jornalistas, visitantes e funcionários da Câmara; operação durou cerca de 15 minutos, mas nada foi encontrado (Foto: Aquiles Lins)

Ana Cristina Campos, da Agência Brasil - No início da tarde desta segunda-feira, 17, o Salão Verde da Câmara ficou interditado por cerca de 15 minutos para que a Polícia Legislativa fizesse uma varredura a fim de verificar a existência de algum artefato explosivo no local, mas nada foi encontrado.

De acordo com o chefe da Polícia Legislativa, Paul Deeter, uma ameaça anônima feita de um telefone público de São Paulo falava sobre a existência de uma bomba no Salão Verde, mas era um "alarme falso", conforme disse Deeter.

Os policiais chegaram a evacuar o local, retirando jornalistas, visitantes e funcionários da Câmara. Paul Deeter disse ainda não ser incomum a Câmara receber este tipo de ligação.

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