Após vetar perdão de dívidas de igrejas, Bolsonaro marca reunião com bancada evangélica

É uma tentativa de Jair Bolsonaro realinhar seu posicionamento com a bancada evangélica após vetar uma parte do perdão de R$ 1 bilhão em dívidas das igrejas

Culto Especial de Celebração de 25 anos da Igreja Fonte da Vida com Bolsonaro
Culto Especial de Celebração de 25 anos da Igreja Fonte da Vida com Bolsonaro (Foto: Alan Santos/PR)
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247 - Após Jair Bolsonaro anunciar veto à proposta que isentava igrejas de tributos e perdoava dívidas dos templos com a Receita Federal, ele marcou um almoço para amanhã com a bancada evangélica, no Planalto, segundo o portal O Antagonista.

É uma tentativa de Bolsonaro realinhar seu posicionamento com a bancada evangélica após vetar uma parte do perdão de R$ 1 bilhão em dívidas das igrejas.

Por meio do Facebook, Bolsonaro explicou sua decisão, afirmando que vetou "dispositivo que isentava as igrejas da Contribuição sobre o Lucro Líquido (CSLL)" para evitar "um quase certo processo de impeachment". Em sua justificativa, ele cita as Leis Diretrizes Orçamentárias e de Responsabilidade Fiscal.

Por outro lado, afirmou que, "caso fosse deputado ou senador", derrubaria o veto aplicado por ele próprio. "Confesso, caso fosse deputado ou senador, por ocasião da análise do veto que deve ocorrer até outubro, votaria pela derrubada do mesmo", disse. 

Segundo Bolsonaro, "deputados e senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos", o que não ocorre "para o presidente no caso de sanções e vetos".

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