Áreas com histórico de dengue terão prioridade no combate

Regiões administrativas que apresentam histórico significativo de casos de dengue receberão, nesta semana, ações de combate a criadouros do mosquito Aedes aegypti — também vetor do zika vírus e da febre chikungunya; Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Planaltina e Samambaia estão entre as áreas consideradas prioritárias; nesta semana, de 7 a 11 de novembro, a pasta informou que 650 servidores atuarão em campo; grupo é formado por agentes de saúde e de endemias e funcionários do Serviço de Limpeza Urbana do DF (SLU)

Regiões administrativas que apresentam histórico significativo de casos de dengue receberão, nesta semana, ações de combate a criadouros do mosquito Aedes aegypti — também vetor do zika vírus e da febre chikungunya; Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Planaltina e Samambaia estão entre as áreas consideradas prioritárias; nesta semana, de 7 a 11 de novembro, a pasta informou que 650 servidores atuarão em campo; grupo é formado por agentes de saúde e de endemias e funcionários do Serviço de Limpeza Urbana do DF (SLU)
Regiões administrativas que apresentam histórico significativo de casos de dengue receberão, nesta semana, ações de combate a criadouros do mosquito Aedes aegypti — também vetor do zika vírus e da febre chikungunya; Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Planaltina e Samambaia estão entre as áreas consideradas prioritárias; nesta semana, de 7 a 11 de novembro, a pasta informou que 650 servidores atuarão em campo; grupo é formado por agentes de saúde e de endemias e funcionários do Serviço de Limpeza Urbana do DF (SLU) (Foto: José Barbacena)

Agência Brasília - Regiões administrativas que apresentam histórico significativo de casos de dengue receberão, nesta semana, ações de combate a criadouros do mosquito Aedes aegypti — também vetor do zika vírus e da febre chikungunya. Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Planaltina e Samambaia estão entre as áreas consideradas prioritárias.

As ações previstas: são retirada de recipientes que acumulam água nas residências, tratamentos focais e instalação de armadilhas em pontos estratégicos. “É um ato rotineiro. As visitas domiciliares são permanentes e incluem inspeção da casa, análise de risco de presença de criadouros, destruição de criadouros, e coleta de larva, se houver, para monitorar a região”, resume o médico veterinário da Diretoria de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Laurício Monteiro.

Nesta semana, de 7 a 11 de novembro, a pasta informou que 650 servidores atuarão em campo. O grupo é formado por agentes de saúde e de endemias e funcionários do Serviço de Limpeza Urbana do DF (SLU).

A conscientização dos moradores é ponto fundamental para impedir o nascimento do mosquito, segundo Monteiro. Ele explica que primeiro as equipes atuam na área de educação. Assim, os agentes informam quais são objetos que devem ser eliminados — como pneus, garrafas, vasos — e qual é a maneira adequada de descarte. Depois, é combinado que a população separe os itens e os deixe na porta de casa para que o SLU recolha.

“O objetivo é eliminar criadouros e impedir que o Aedes nasça. O maior papel do estado é dar informações, mas o morador tem de mudar de comportamento”, reforça Monteiro. Nessa linha, o governo de Brasília também lançou uma campanha educativa.

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