Assessor especial de Temer cobrava propina no Mané Garrincha

Tadeu Filippelli, que foi vice-governador do Distrito Federal e hoje atua no gabinete da Presidência da República como homem de confiança de Michel Temer, cobrou propina da empreiteira Andrade Gutierrez na obra do estádio Mané Garrincha, de Brasília, sede da Copa do Mundo de 2014; o esquema, em que a empresa negociou 1% de pagamento de propina, foi iniciado pelo ex-governador José Roberto Arruda e herdado pelos sucessores, Agnelo Queiroz e Filipelli; a obra custou 87% acima do preço original, R$ 1,4 bilhão; Planalto ainda não se pronunciou sobre a demissão ou não de Filippelli

Tadeu Filippelli, que foi vice-governador do Distrito Federal e hoje atua no gabinete da Presidência da República como homem de confiança de Michel Temer, cobrou propina da empreiteira Andrade Gutierrez na obra do estádio Mané Garrincha, de Brasília, sede da Copa do Mundo de 2014; o esquema, em que a empresa negociou 1% de pagamento de propina, foi iniciado pelo ex-governador José Roberto Arruda e herdado pelos sucessores, Agnelo Queiroz e Filipelli; a obra custou 87% acima do preço original, R$ 1,4 bilhão; Planalto ainda não se pronunciou sobre a demissão ou não de Filippelli
Tadeu Filippelli, que foi vice-governador do Distrito Federal e hoje atua no gabinete da Presidência da República como homem de confiança de Michel Temer, cobrou propina da empreiteira Andrade Gutierrez na obra do estádio Mané Garrincha, de Brasília, sede da Copa do Mundo de 2014; o esquema, em que a empresa negociou 1% de pagamento de propina, foi iniciado pelo ex-governador José Roberto Arruda e herdado pelos sucessores, Agnelo Queiroz e Filipelli; a obra custou 87% acima do preço original, R$ 1,4 bilhão; Planalto ainda não se pronunciou sobre a demissão ou não de Filippelli (Foto: Gisele Federicce)

247 - Assessor especial de Michel Temer, o ex-vice-governador do Distrito Federal Tadeu Filippelli pedia propina da empreiteira Andrade Gutierrez durante a construção do estádio Mané Garrincha, de Brasília, sede da Copa do Mundo de 2014.

Segundo reportagem da revista Veja veiculada neste fim de semana, o esquema, em que a empresa negociou 1% de pagamento de propina, foi iniciado pelo ex-governador José Roberto Arruda e herdado pelo sucessor, Agnelo Queiroz, e Filippelli. A obra custou 87% acima do preço original, R$ 1,4 bilhão.

"O então vice de Agnelo, Tadeu Filippelli, também solicitou à Andrade Gutierrez pagamento de propina via doações de campanha em favor do PMDB na ordem de 1% do valor do estádio", disse o ex-diretor da empresa Clovis Renato Primo, em acordo de delação premiada.

Filippelli foi nomeado em julho de 2015 chefe de gabinete da Secretaria de Relações Institucionais, que é comandada por Temer, e ganhou mais importância após Temer assumir definitivamente a presidência.

O desempenho de um papel importante no gabinete da Presidência da República, como homem de confiança de Temer no Distrito Federal, deve cacifar o presidente do PMDB-DF para como potencial candidato ao governo do DF em 2018.

Até o momento, o Palácio do Planalto ainda não se pronunciou sobre a demissão ou não de Filippelli.

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