Bolsonaro é reação à liberação do STF a candidatura Maia

É óbvio que ele sabe que não tem a menor chance, mas é sinal de que quatro ou cinco votos podem ser decisivos para levar a eleição ao segundo turno. A provável retirada da candidatura de Rogério Rosso, o “frouxo do Centrão”, também precisava ser compensada. Para Bolsonaro, é mais exposição, o que é a chave do seu marketing, é  é possível que os bobos comemorem que só tenha uma ou duas dezenas de votos. A situação de Rodrigo Maia já esteve melhor; análise de Fernando Brito, editor do Tijolaço

deputado Jair Bolsonaro
deputado Jair Bolsonaro (Foto: Leonardo Attuch)

Por Fernando Brito, editor do Tijolaço

Não é coincidência  ou “folclore” que Jair Bolsonaro tenha se lançado candidato  à Presidência da Câmara  logo após o ministro Celso de Mello ter escorregado no quiabo com o “pedido de informações ” à Câmara sobre a candidatura de Rodrigo Maia à reeleição.

Não tem, por óbvio, “informação” a dar. É matéria de puro direito, constitucional e regimental, no caso, do regimento da Câmara.

Bolsonaro é hoje a “estrela ” dos pequenos partidos.

É uma carona de, ao menos, 10% dos votos numa eleição “casada” com a presidencial  em 2018.

É óbvio que ele sabe que não tem a menor chance, mas é sinal de que quatro ou cinco votos podem ser decisivos para levar a eleição ao segundo turno.

A provável retirada da candidatura de Rogério Rosso, o “frouxo do Centrão”, também precisava ser compensada.

Para Bolsonaro, é mais exposição, o que é a chave do seu marketing, é  é possível que os bobos comemorem que só tenha uma ou duas dezenas de votos.

A situação de Rodrigo Maia já esteve melhor.

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