Bolsonaro faz Bullying com Moro, diz jornalista

O jornalista Luiz Weber afirma que a fritura de Sergio Moro é sem precedentes. Ele diz: "não se trata de uma fritura clássica (...) O caso de Moro é diferente. Bolsonaro faz bullying com o ministro, que abriu mão de duas décadas de magistratura, diz que nomeia quem quiser na pasta de Moro (inclusive o diretor-geral da PF) e que não prometeu o Supremo ao ex-juiz. Enfim, é uma fritura sem precedentes"

(Foto: Senado | PR)
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247 - O jornalista Luiz Weber afirma que a fritura de Sergio Moro é sem precedentes. Ele diz: "não se trata de uma fritura clássica (...) O caso de Moro é diferente. Bolsonaro faz bullying com o ministro, que abriu mão de duas décadas de magistratura, diz que nomeia quem quiser na pasta de Moro (inclusive o diretor-geral da PF) e que não prometeu o Supremo ao ex-juiz. Enfim, é uma fritura sem precedentes."

O jornalista ainda dá maior precisao à expressão 'fritura': "essa expressão já está incorporada ao léxico político e se adequa mais aos ocupantes de cargos públicos que são desestabilizados sutilmente pelo presidente até serem exonerados. O caso de Moro é diferente. Bolsonaro faz bullying com o ministro, que abriu mão de duas décadas de magistratura, diz que nomeia quem quiser na pasta de Moro (inclusive o diretor-geral da PF) e que não prometeu o Supremo ao ex-juiz. Enfim, é uma fritura sem precedentes."

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "para designar tal situação, poderia se criar a palavra “moro”, substantivo masculino a nomear indivíduo que abandona uma carreira para servir a um governo, sendo, porém, submetido a hostilidade de autoridade superior, mas permanecendo impassível na esperança de recompensa prometida. Exemplo: “Ele é um moro, engole sapo todos os dias, elogia o chefe, para conseguir a promoção e o aumento (prefere dois passarinhos voando a um na mão).”

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