Bumlai diz que ficará em silêncio e pede dispensa de depor em CPI

Empresário preso na terça-feira 24 comunicou ao juiz Sérgio Moro que permanecerá em silêncio e pediu para ser dispensado de comparecer diante da CPI do BNDES, no próximo dia 1º; "Após sua prisão, e entendendo que sua posição é efetivamente de investigado, o peticionário já adianta que irá exercer seu direito constitucional de permanecer calado diante das perguntas que lhe serão feitas pelos deputados membros da referida Comissão Parlamentar", pontuou a defesa de Bumlai

Empresário preso na terça-feira 24 comunicou ao juiz Sérgio Moro que permanecerá em silêncio e pediu para ser dispensado de comparecer diante da CPI do BNDES, no próximo dia 1º; "Após sua prisão, e entendendo que sua posição é efetivamente de investigado, o peticionário já adianta que irá exercer seu direito constitucional de permanecer calado diante das perguntas que lhe serão feitas pelos deputados membros da referida Comissão Parlamentar", pontuou a defesa de Bumlai
Empresário preso na terça-feira 24 comunicou ao juiz Sérgio Moro que permanecerá em silêncio e pediu para ser dispensado de comparecer diante da CPI do BNDES, no próximo dia 1º; "Após sua prisão, e entendendo que sua posição é efetivamente de investigado, o peticionário já adianta que irá exercer seu direito constitucional de permanecer calado diante das perguntas que lhe serão feitas pelos deputados membros da referida Comissão Parlamentar", pontuou a defesa de Bumlai (Foto: Paulo Emílio)

247 - O pecuarista e empresário José Carlos Bumlai, preso na terça-feira (24), na 21ª fase da Operação Lava Jato, denominada Passe Livre, comunicou ao juiz federal do Paraná, Sérgio Moro, que irá permanecer em silêncio diante da CPI do BNDES. Bumlai deveria prestar depoimento à Comissão na próxima terça-feira, mas pediu para ser dispensado da viagem à Brasília.

Inicialmente, Bumlai deveria ter prestado depoimento na última terça-feira (24), data em que foi preso por agentes da Polícia Federal. Bumlai é apontado como beneficiário de propinas originárias do esquema de desvios e corrupção na Petrobras, além ter intermediado um empréstimo do Banco Schahin ao PT, de maneira considerada irregular.

"Após sua prisão, e entendendo que sua posição é efetivamente de investigado, o peticionário já adianta que irá exercer seu direito constitucional de permanecer calado diante das perguntas que lhe serão feitas pelos deputados membros da referida Comissão Parlamentar", pontou a defesa de Bumlai na petição que pede a sua dispensa de se apresentar diante da comissão. Na quarta-feira, o juiz Sérgio Moro já havia autorizado a transferência de Bumlai, de Curitiba para Brasília, para que ele pudesse depor na CPI do BNDES.

A defesa também argumentou que o "deslocamento para Brasília, às custas do Estado, só trará gastos desnecessários à máquina pública e em nada contribuirá para os trabalhos daquela CPI". "Especialmente visando evitar custos e esforços desnecessários de deslocamento, tendo em vista que, frisa-se, exercerá seu direito constitucional de permanecer em silêncio", destaca o texto da petição.

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