Câmara é cercada por seguranças em dia de votação da reforma da Previdência

Prédio da Câmara dos Deputados foi cercado pela Polícia Militar, agentes da Força Nacional e da Polícia Legislativa, que tentam impedir a entrada de agentes penitenciários em protesto contra a votação da reforma da Previdência, que acontece na Comissão Especial da Casa; foi iniciada a evacuação; na semana passada, agentes penitenciários entraram no plenário da Comissão e conseguiram adiar a votação da proposta do governo Temer; Congresso Nacional amanheceu cercado de grades nesta terça; durante à tarde, manifestantes contrários às reformas tentaram invadir o prédio da Câmara

Prédio da Câmara dos Deputados foi cercado pela Polícia Militar, agentes da Força Nacional e da Polícia Legislativa, que tentam impedir a entrada de agentes penitenciários em protesto contra a votação da reforma da Previdência, que acontece na Comissão Especial da Casa; foi iniciada a evacuação; na semana passada, agentes penitenciários entraram no plenário da Comissão e conseguiram adiar a votação da proposta do governo Temer; Congresso Nacional amanheceu cercado de grades nesta terça; durante à tarde, manifestantes contrários às reformas tentaram invadir o prédio da Câmara
Prédio da Câmara dos Deputados foi cercado pela Polícia Militar, agentes da Força Nacional e da Polícia Legislativa, que tentam impedir a entrada de agentes penitenciários em protesto contra a votação da reforma da Previdência, que acontece na Comissão Especial da Casa; foi iniciada a evacuação; na semana passada, agentes penitenciários entraram no plenário da Comissão e conseguiram adiar a votação da proposta do governo Temer; Congresso Nacional amanheceu cercado de grades nesta terça; durante à tarde, manifestantes contrários às reformas tentaram invadir o prédio da Câmara (Foto: Gisele Federicce)
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Brasília 247 - A Câmara dos Deputados está cercada por agentes da Polícia Militar, da Força Nacional e por seguranças da Polícia Legislativa, que tentam impedir a entrada de um grupo de agentes penitenciários em protesto contra a reforma da Previdência do governo Temer.

Os destaques da proposta estão sendo discutidos nesta terça-feira 9 pela Comissão Especial criada para o tema na Casa. Depois da ocupação na semana passada pela mesma categoria, quando os parlamentares aprovaram o texto-base da reforma, os deputados discutiram novas regras de segurança para restringir a entrada de manifestantes no plenário onde ocorre a audiência.

Os anexos do Congresso Nacional amanheceram cercados por grades nesta terça. Confira no vídeo divulgado por George Marques a confusão no Anexo IV, que está interditado.

Leia mais na matéria da Agência Brasil. 

Manifestantes contrários à reforma da Previdência tentam invadir a Câmara

Debora Brito - Repórter da Agência Brasil (*)

Manifestantes contrários à reforma da Previdência tentaram invadir novamente a Câmara hoje (9), dessa vez pelo prédio do anexo 4, localizado na via lateral ao Congresso Nacional. Segundo a Polícia Legislativa, o grupo é formado por agentes penitenciários, que invadiram o plenário da comissão especial da reforma da Previdência na semana passada.

Hoje, os policiais fizeram várias barreiras nos corredores que ligam o anexo 4 ao anexo 2, onde ocorre neste momento a sessão de votação dos destaques da reforma. O esquema de segurança foi reforçado e o acesso ao Congresso está restrito a parlamentares, servidores, assessores legislativos e profissionais da imprensa credenciados.

A manifestação ocorre enquanto os deputados votam os destaques pendentes ao projeto substitutivo elaborado pelo deputado Arthur Maia (PPS-BA). A reunião começou sob protesto da oposição sobre a restrição de acesso à Câmara.

Faltam sete destaques

Até o momento, os deputados aprovaram apenas um destaque, o que retoma as causas ligadas a acidentes de trabalho e aposentadoria por invalidez à competência da Justiça do Trabalho, na esfera estadual, compartilhada com a Justiça Federal.

Por votação nominal, os deputados rejeitaram o destaque que pretendia retirar a exigência de contribuição individual para o trabalhador rural, com alíquota reduzida sobre o salário mínimo. Os oposicionistas defendem que a contribuição continue sobre a comercialização do produto.

Agora no início da tarde, os deputados analisam o destaque do PHS (Partido Humanista da Solidariedade), que pede para retirar o parágrafo do projeto do relator que restringe a concessão de isenção, redução ou diferenciação da base de cálculo das contribuições sociais apenas para o trabalhador rural. A crítica do partido é que a medida exclui a possibilidade de isenção às entidades filantrópicas, por exemplo.

Ainda falta a votação de sete destaques. O deputado Carlos Marum (PMDB-MS), presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência, disse que não haverá suspensão da reunião para almoço. Ele comprou 30 sanduíches para distribuir para os parlamentares. O objetivo é acelerar os trabalhos da comissão.

 

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