Cardozo: prisão de Funaro prova que Cunha agiu para parar Lava Jato

"Essas investigações acabam atingindo o processo porque demonstram as verdadeiras razões pelas quais muitos defendem o impeachment. O presidente Eduardo Cunha iniciou o processo para se safar de cassação de mandato e parar as investigações", disse o ex-ministro José Eduardo Cardozo, advogado da presidente Dilma Rousseff; "Ele queria parar a investigação porque sabia onde ela ia chegar. As pessoas sabiam onde ia chegar e queriam afastar a presidente porque ela não impedia as investigações, não obstruía"

"Essas investigações acabam atingindo o processo porque demonstram as verdadeiras razões pelas quais muitos defendem o impeachment. O presidente Eduardo Cunha iniciou o processo para se safar de cassação de mandato e parar as investigações", disse o ex-ministro José Eduardo Cardozo, advogado da presidente Dilma Rousseff; "Ele queria parar a investigação porque sabia onde ela ia chegar. As pessoas sabiam onde ia chegar e queriam afastar a presidente porque ela não impedia as investigações, não obstruía"
"Essas investigações acabam atingindo o processo porque demonstram as verdadeiras razões pelas quais muitos defendem o impeachment. O presidente Eduardo Cunha iniciou o processo para se safar de cassação de mandato e parar as investigações", disse o ex-ministro José Eduardo Cardozo, advogado da presidente Dilma Rousseff; "Ele queria parar a investigação porque sabia onde ela ia chegar. As pessoas sabiam onde ia chegar e queriam afastar a presidente porque ela não impedia as investigações, não obstruía" (Foto: Leonardo Attuch)
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247 – O ex-ministro José Eduardo Cardozo, que defende a presidente Dilma Rousseff, diz que a prisão de Lúcio Funaro, ligado a Eduardo Cunha, é mais uma prova do desvio de finalidade no processo de impeachment, que só ocorreu para que políticos investigados pudessem se safar.

"Essas investigações acabam atingindo o processo porque demonstram as verdadeiras razões pelas quais muitos defendem o impeachment. O presidente Eduardo Cunha iniciou o processo para se safar de cassação de mandato e parar as investigações. Eduardo Cunha dizia que sofria perseguição do governo e com base nisso desencadeou o processo, com o objetivo de parar as investigações que caíam sobre ele", disse ele.

"O que se vê é que não havia perseguição e que ele queria parar a investigação porque sabia onde ela ia chegar. As pessoas sabiam onde ia chegar e queriam afastar a presidente porque ela não impedia as investigações, não obstruía", afirmou Cardozo, antes de iniciar palestra no Instituto de Advogados Brasileiros (IAB), intitulada "O desvio de finalidade no processo de impeachment".

 

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