Casa Civil: plano contra emergência em crise hídrica sai em 15 dias

O secretário da Casa Civil do Distrito Federal, Sérgio Sampaio, informou que o plano de enfrentamento à situação de emergência por causa da crise hídrica sai em 15 dias; com o plano, o executivo local pedirá recursos para o governo federal; entre outras medidas, o plano do GDF deve incluir a realização de obras e possível assistência a agricultores da região da bacia do Descoberto, responsável pelo abastecimento de 60% do DF, onde o racionamento está em vigor há duas semanas; o estado de emergência permite ao governo fazer compras sem licitação

O secretário da Casa Civil do Distrito Federal, Sérgio Sampaio, informou que o plano de enfrentamento à situação de emergência por causa da crise hídrica sai em 15 dias; com o plano, o executivo local pedirá recursos para o governo federal; entre outras medidas, o plano do GDF deve incluir a realização de obras e possível assistência a agricultores da região da bacia do Descoberto, responsável pelo abastecimento de 60% do DF, onde o racionamento está em vigor há duas semanas; o estado de emergência permite ao governo fazer compras sem licitação
O secretário da Casa Civil do Distrito Federal, Sérgio Sampaio, informou que o plano de enfrentamento à situação de emergência por causa da crise hídrica sai em 15 dias; com o plano, o executivo local pedirá recursos para o governo federal; entre outras medidas, o plano do GDF deve incluir a realização de obras e possível assistência a agricultores da região da bacia do Descoberto, responsável pelo abastecimento de 60% do DF, onde o racionamento está em vigor há duas semanas; o estado de emergência permite ao governo fazer compras sem licitação (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - O secretário da Casa Civil do Distrito Federal, Sérgio Sampaio, informou, nessa quinta-feira (26), que o plano de enfrentamento à situação de emergência por causa da crise hídrica sai em 15 dias. Com o plano, o executivo local pedirá recursos para o governo federal. Entre outras medidas, o plano do GDF deve incluir a realização de obras e possível assistência a agricultores da região da bacia do Descoberto, responsável pelo abastecimento de 60% do DF, onde o racionamento está em vigor há duas semanas. De acordo com o titular da pasta, o pedido para que o governo federal reconheça a situação de emergência para crise hídrica por 180 dias será feito nesta quinta. O estado de emergência permite ao governo fazer compras sem licitação.

"Vamos integrar as ações, de forma a conseguir reunindo ao mesmo tempo quem tem capacidade de pensar as obras e de captar os recursos", declarou o secretário ao G1.

Ao receber verba do Ministério da Integração Nacional, o GDF tem o objetivo de fazer obras para canalizar até o reservatório do Descoberto cursos de água isolados da região. Também devem ser criadas bacias de retenção, para evitar infiltrações e perdas de água. 

O governo ainda estuda a forma como será dado apoio a 12 mil agricultores do Descoberto. Entre as estratégias discutidas, avalia-se a criação de uma bolsa ou ainda mais facilidades para concessão de crédito para o setor.

Representantes do governo de Brasília estiveram no Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), no Sudoeste, na manhã desta quarta-feira (25), para avaliar o monitoramento climático do Distrito Federal. A tendência para os próximos sete dias é de poucas chuvas no DF. Até esta quarta-feira (25), choveu 125 milímetros — apenas metade do esperado para o primeiro mês do ano. "A tendência da previsão climática para os próximos três meses indica cenário de chuva dentro do normal ou acima do esperado, algo em torno de 450 milímetros", explicou o diretor do Inmet, Francisco de Assis Diniz.

De acordo com a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento (Adasa-DF), às 13h30 dessa quarta, o volume da Barragem do Rio Descoberto, que abastece 65% da população da capital, estava em 21,99%, e do reservatório de Santa Maria, em 40,78%. Desde o dia 16, as regiões atendidas pelo Descoberto passam por rodízio no fornecimento de água.

"O objetivo é continuar o acompanhamento mais de perto da previsão de chuva para o DF, particularmente sobre a região dos reservatórios, para subsidiar decisões do governo", reforçou o secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, José Guilherme Leal. Ele esteve no Inmet acompanhado dos presidentes da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), Argileu Martins da Silva, e da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), Maurício Luduvice.

*Com assessoria

 

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