Caso Villela: júri popular condena dois réus

o ex-porteiro Leonardo Campos Alves foi sentenciado a 60 anos de prisão e o seu comparsa, Francisco Mairlon Aguiar, a 55 anos de detenção; ambos foram acusados pelos homicídios do ex-ministro do TSE José Guilherme Villela, da sua esposa, Marina Carvalho Mendes Villela, e da empregada da família, Francisca Nascimento da Silva; os três foram mortos com 73 facadas dentro do próprio apartamento em que moravam, no ano de 2009

o ex-porteiro Leonardo Campos Alves foi sentenciado a 60 anos de prisão e o seu comparsa, Francisco Mairlon Aguiar, a 55 anos de detenção; ambos foram acusados pelos homicídios do ex-ministro do TSE José Guilherme Villela, da sua esposa, Marina Carvalho Mendes Villela, e da empregada da família, Francisca Nascimento da Silva; os três foram mortos com 73 facadas dentro do próprio apartamento em que moravam, no ano de 2009
o ex-porteiro Leonardo Campos Alves foi sentenciado a 60 anos de prisão e o seu comparsa, Francisco Mairlon Aguiar, a 55 anos de detenção; ambos foram acusados pelos homicídios do ex-ministro do TSE José Guilherme Villela, da sua esposa, Marina Carvalho Mendes Villela, e da empregada da família, Francisca Nascimento da Silva; os três foram mortos com 73 facadas dentro do próprio apartamento em que moravam, no ano de 2009 (Foto: Leonardo Lucena)
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Brasília 247 – O Tribunal do Júri de Brasília condenou dois dos réus acusados pelos homicídios do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral José Guilherme Villela, da sua esposa, Marina Carvalho Mendes Villela, e da empregada da família, Francisca Nascimento da Silva. Os três foram mortos com 73 facadas dentro do próprio apartamento em que moravam, no ano de 2009.

Com a decisão judicial, ocorrida na madrugada desta sexta-feira (13), o ex-porteiro Leonardo Campos Alves foi sentenciado a 60 anos de prisão e o seu comparsa, Francisco Mairlon Aguiar, a 55 anos de detenção. Ambos cumprirão pena por homicídio qualificado e furto qualificado. Tanto Alves como Aguiar ficarão, inicialmente, em regime fechado sem o direito de recorrerem em liberdade.

Outros dois acusados do assassinato, Adriana Villela, filha do casal morto, e Paulo Cardoso Santana (sobrinho do ex-porteiro) adiaram o julgamento deles, ainda sem data marcada.

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