CCJ do Senado aprova PEC que prejudica PSOL, Rede, PCdoB, PV e PPS

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou nesta terça (13) uma série de medidas que visam reduzir o número de partidos atuantes no Congresso; essas propostas fazem parte da PEC 36/2016 de autoria dos senadores tucanos Aécio Neves e Ricardo Ferraço; de acordo com a proposta, só terão direito ao “funcionamento parlamentar” os partidos que a partir de 2018 obtiverem um mínimo de 2% dos votos válidos e que a partir das eleições de 2022 obtiverem um mínimo de 3% dos votos; seria uma mudança muito brusca que levaria ao ostracismo diversos partidos ideológicos como PSOL, Rede, PCdoB, PV e PPS

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou nesta terça (13) uma série de medidas que visam reduzir o número de partidos atuantes no Congresso; essas propostas fazem parte da PEC 36/2016 de autoria dos senadores tucanos Aécio Neves e Ricardo Ferraço; de acordo com a proposta, só terão direito ao “funcionamento parlamentar” os partidos que a partir de 2018 obtiverem um mínimo de 2% dos votos válidos e que a partir das eleições de 2022 obtiverem um mínimo de 3% dos votos; seria uma mudança muito brusca que levaria ao ostracismo diversos partidos ideológicos como PSOL, Rede, PCdoB, PV e PPS
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou nesta terça (13) uma série de medidas que visam reduzir o número de partidos atuantes no Congresso; essas propostas fazem parte da PEC 36/2016 de autoria dos senadores tucanos Aécio Neves e Ricardo Ferraço; de acordo com a proposta, só terão direito ao “funcionamento parlamentar” os partidos que a partir de 2018 obtiverem um mínimo de 2% dos votos válidos e que a partir das eleições de 2022 obtiverem um mínimo de 3% dos votos; seria uma mudança muito brusca que levaria ao ostracismo diversos partidos ideológicos como PSOL, Rede, PCdoB, PV e PPS (Foto: Valter Lima)

247 - A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou nesta terça-feira (13) uma série de medidas que visam reduzir o número de partidos atuantes no Congresso Nacional. Essas propostas fazem parte da PEC 36/2016 de autoria dos senadores tucanos Aécio Neves e Ricardo Ferraço.

De acordo com a Proposta de Emenda Constitucional, que ainda será votada no Plenário do Senado, só terão direito ao “funcionamento parlamentar” os partidos políticos que a partir de 2018 obtiverem um mínimo de 2% dos votos válidos distribuídos em pelo menos 14 unidades da Federação, com um mínimo de 2% dos votos válidos em cada uma delas e que a partir das eleições de 2022 obtiverem um mínimo de 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos 14 unidades da Federação, com um mínimo de 2% dos votos válidos em cada uma delas.

Por “funcionamento parlamentar” compreende-se a participação nos recursos do fundo partidário, o acesso gratuito ao rádio e à televisão e o uso da estrutura funcional oferecida pelas casas legislativas.

Ou seja, se os partidos pequenos não atingiram os 3% dos votos, não terão mais direito a tempo de rádio e televisão, nem aos recursos dos fundos partidários. Também não poderão mais participar das comissões da Câmara dos Deputados. Estima-se que com a cláusula de barreira de 3% apenas 10 dos atuais 28 partidos presentes na Câmara teriam direito ao “funcionamento parlamentar”. Seria uma mudança muito brusca que levaria ao ostracismo diversos partidos ideológicos como PSOL, Rede, PCdoB, PV e PPS.

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